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sábado, 21 de agosto de 2010

EUA anunciam volta de diálogo entre Israel e palestinos - AMSDJU


ASSOCIATION SALOMOM MOLCHO


SHALOM & SALAM

Os Estados Unidos patrocinarão um encontro entre os líderes de Israel, Binyamin Bibi Netanyahu, e da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, no dia 2, para o lançamento de negociações diretas. O objetivo é alcançar um acordo definitivo de paz até setembro de 2011, afirmou ontem a secretária de Estado, Hillary Clinton.
Os palestinos aceitaram na noite de ontem participar da reunião. Mas Saeb Erekat, negociador-chefe dos palestinos, advertiu que qualquer negativa de Israel em deter as construções nos territórios ocupados poria as negociações em perigo.
"Chegar a um acordo é um grande desafio, mas é possível", afirmou o premiê de Israel ontem, por meio de comunicado. "Vamos às negociações com um desejo genuíno de chegar a um acordo de paz entre os dois povos que protegerá os interesses de Israel, sobretudo de segurança nacional", concluiu Bibi, em claro apelo à ala mais à direita da coalizão política que o sustenta no
poder e se opõe à negociação.
Em princípio, Abbas e Bibi deverão se reunir com o presidente dos EUA, Barack Obama, em 1.º de setembro, para um jantar na Casa Branca. Obama convidou também o presidente do Egito, Hosni Mubarak, o rei da Jordânia, Abdullah II, e o ex-premiê britânico Tony Blair, representante do quarteto de mediadores (EUA, Rússia, União Europeia e ONU). No dia seguinte, os últimos acertos para o lançamento das negociações serão conduzidos por Hillary Clinton no Departamento de Estado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Associação Salomon Molcho AMSDJU apoia a paz entre os dois povos que são irmãos semitas.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

AMSDJU - TRABALHO DE PROPAGAÇAO SEFARADI ( SANGUE IBERICO)


Sefarad é o nome hebraico da Península Ibérica, já mencionado na profecia de Abdias como um dos lugares habitados por exilados de Jerusalém. Sefaradi é o termo usado para designar os descendentes dos judeus expulsos da Espanha em 1492, e que mantêm sua identidade e seu patrimônio hispânico, preservando seus costumes, rituais religiosos e o fundo lingüístico castelhano.


Haquetia é o termo com o qual os sefaradis da região do Estreito designam sua língua. Para a sua origem há duas hipóteses: a primeira é a de que seria derivado do verbo árabe haka, que significa ‘falar’ ou ‘conversar’. A segunda é a de que derivaria de Haquito, apócope de Ishaquito, diminutivo de Ishac, por ser Isaac um nome muito usado entre os judeus da Espanha.


A haquetia surgiu do encontro entre o fundo lingüístico comum trazido da Península e o árabe dialetal marroquino, com alguns empréstimos do berbere, do português, do francês e do inglês.


Segundo John Tolland, em sua obra de dois volumes, "Adolf Hitler", traduzida ao português pelo Prof. Henrique Mesquita, portugueses e israelitas se aparentaram se tal maneira que os judeus eram conhecidos na Europa como "os portugueses", e qualquer português se considerava judeu (volume I, p. 146). Também pela América Espanhola, sabia-se que alguém identificado como "português" era na verdade de origem judaica.


Tal parentesco entre judeus e portugueses pode ser verificado até mesmo na realeza.
Na dinastia de Avis, D. Luís, infante de Portugal, 5º duque de Beja, filho de D. Manuel I, rei de Portugal, e de D. Maria, infanta de Espanha, casou-se com Violante Gomes, a "Pelicana", cristã nova. O filho do casal, neto do rei de Portugal, foi D. Antônio, Prior do Crato. Ano em que foi instaurada a dinastia de Bragança, sob o reinado de D. João IV. A dinastia de Bragança permaneceu no poder até 1910, ano do golpe republicano. De Inês Pires, cristã nova, descende toda a dinastia dos Braganças, incluindo os Orléans e Bragança, príncipes do Brasil.
Ass. Salomon Molcho AMSDJU com seu trabalho de unificação e preservação da verdadeira alma sefaradi do sangue Iberico!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Brasão Familia Pires Peres - sefarad - Jews

Brasão Familia Pires Peres - sefarad
Farias, Pires, Peres, Perez - de P-R-S = "partir, dividir, fatiar, ruptura" ou "moeda, presente ou prêmio". Melhor ainda, "o que se lança", "o arrojado", "o quebrantador" (Bereshit- Genesis - 38.29). Peres e Pires são citados por GONSALVES DE MELLO; WIZNITZER apresenta Faria e Peres, e SALVADOR cita os três

Names jews -Sefarad - Pires - Peres

Robert Hymie Peres

Cemetery ID:
SAFR-00871

Chevra Kadisha, Johannesburg
South Africa
Africa do Sul
Johannesburg Jewish Helping Hand & Burial Society

Lucille Peres

Chevra Kadisha, Johannesburg
Africa do Sul

Matityahu Peres / פרס, /
Rehovot
Israel

Naima Saleh Peres
Mumbai (Maharashtra)
India
street
Near Chinchpokli Train Station

sábado, 1 de maio de 2010

portal da musica judaica ashkenazin e sefaradin AMSDJU - COMUNICADO


Vizite Nosso Portal de musica Judaicas o Portal da comunidade Judaica Ashkenazin e Sefaradim , e fácil e pratico .
Clique na musica que deseja escuta la e abrira uma janela Midi , você pode escutar e navegar tranquilamente pela internet.
Também existe a novidade com musicas internacionais , vizite o portal da musica judaica ashkenazin e sefaradin AMSDJU .





AVISO


CUIDADO


REFERENTE A GRANDE EXPLOSÃO DA NOSSA CULTURA SEFARADIM

MUITOS PSEUDOS MARRANOS E SEFARADIM

ESTÃO SE ALTO DENOMINANDO

APENAS POR QUESTÃO

PARTICULAR

E CONSTRUÇOES DE TEMPLOS DE OUTRAS DENOMINAÇOES.

NÃO ACREDITE ATE QUE PROVE

COM RECONHECIMENTOS , PROVAS COM DOCUMENTO , CULTURAL , GENEALOGIA, REGIÃO DA FAMILIA E ETC.

NÃO APOIAMOS NENHUM GRUPO QUE SE PROCLAMA

POSSUIR UM APELIDO NOME QUE ESTA NA LISTA DOS CRIPTO JUDEUS NAO ASSEGURA DE FORMA ALGUMA A LIGAÇÃO COM SEFARADIM OU MARRANOS

POR MOTIVOS DE SEGURANÇA DA CULTURA E GENEALOGIA ALERTAMOS

A POPULAÇÃO

quinta-feira, 22 de abril de 2010

SEFARADIM E ASHKENAZIM - " NÃO ME RECONHECES?"

Por que me chamo Moisés?
Por que levo o nome do meu bisavô,
que morreu antes de eu nascer?
Os judeus ashkenazim dão a seus filhos os nomes dos ascendentes falecidos.
Isso tem a ver com a crença no restabelecimento daalma e com a honra e recordação do morto.
Se pudesse seguir sua árvoregenealógica, alguém que se chame Moisés encontraria tataravôs chamadosMoisés a cada três gerações.
Os judeus sefaradim dão a seus filhos o nome dos avós, que geralmenteestão vivos.Assim, numa árvore genealógica sefaradí vão encontrar o mesmonome uma geração em média.Se alguém ler a história da Espanha não saberá àsvezes quem morreu, e quem continua vivo.Será o avô, ou o neto?Outras vezesencontram o filho com o mesmo nome que o pai, mas é um costume cristão quese encontra entre os judeus sefaradim depois que deixaram a Espanha, porcausa da inquisição.
SEFARADIM OQUE TENS A ME MOSTRAR?
( esta forma de pergunta , demonstra a forma de relevancia para fatos , que demonstre realmente se és um SEFARADIM)
NÃO ME RECONHECES SEFARADIM ?
( Abordagem esta de fato consumado em explicação, avendo provas e reconhecimentos do individuo ser realmente um sefaradim ou ashkenazim, como abordado de uma questao em si na segurança da comunidade sefaradim de não perder seus dados em si.)

Judeus sefaradim e ashkenazim

Quando surgiu e como se divide estes dois grupos: judeus ashkenazim e judeus sefaradim?

RESPOSTA:

Após a destruição do primeiro Templo, aproximadamente em 450 AEC, os judeus foram exilados para a Babilônia. Após 70 ano de exílio, muitos deles retornaram a Terra de Israel.
Contudo, a maioria dos judeus permaneceu na Babilônia. Os judeus que se encontravam na Terra de Israel foram novamente levados a diáspora em 70 EC, desta vez pelos romanos. O exílio romano criou comunidades na Europa e no norte da África.
As comunidades européias estavam concentradas na França, Espanha, Roma, e Alemanha. Os judeus da França e Alemanha ficaram conhecidos como "ashkenazim" (palavra hebraica para "alemão"), e os judeus da Espanha ficaram conhecidos como "sefaradim" (palavra hebraica para "espanhol"). Os judeus da Espanha, que permaneceram sob o Império árabe por centenas de anos, tinham conexão com os judeus do norte da África e no Oriente Médio, e assim os judeus destas regiões acabaram sendo sefaradim.
As diferenças de costumes entre as comunidades ashkenazi e sefaradi tem origem nas discussões de Halachá entre os rabinos das diferentes regiões, e algumas influências da cultura externa.
O Shulchan Aruch, escrito por Rav Yossef Karo, foi quem definiu a lei judaica para os sefaradim. Mais tarde, o Rav Moshe Israelish, descreveu qual é a halacha para os ashkenazim.

Santa Inquisição de Lisboa " A perseguição aos Judeus Ibericos" LISTA DAS VITIMAS

Não demorou muito, já em 1624, a Santa Inquisição de Lisboa processava pela primeira vez contra 25 judaizantes brasileiros (os nomes abaixo foram extraídos dos arquivos da Inquisição em Lisboa). Os nomes dos judaizantes e os números dos seus respectivos dossiês foram extraídos do Livro: “Os Judeus no Brasil Colonial” de Arnold Wiznitzer – página 35 – Pioneira Editora da Universidade de São Paulo:


Alcoforada, Ana 11618 Antunes,

Heitor 4309 Antunes,

Beatriz 1276 Costa,

Ana da 11116 Dias,

Manoel Espinosa 3508 Duarte,

Paula 3299 Gonçalves,

Diogo Laso 1273 Favella,

Catarina 2304 Fernandes,

Beatriz 4580 Lopes,

Diogo 4503 Franco,

Lopes Matheus 3504 Lopes,

Guiomar 1273 Maia,

Salvador da 3216 Mendes,

Henrique 4305 Miranda,

Antônio de 5002 Nunes,

João 12464 Rois,

Ana 12142 Souza,

João Pereira de 16902 Teixeira,

Bento 5206 Teixeira,

Diogo 5724 Souza,

Beatriz de 4273 Souza,

João Pereira de 16902 Souza,

Jorge de 2552 Ulhoa,

André Lopes 5391


Continuando nossa pesquisa, podemos citar outras dezenas e dezenas de nomes e sobrenomes, devidamente documentados, cujas pessoas foram também processadas a partir da data em que a Inquisição foi instalada aqui no Brasil. È importante ressaltar que nesses processos os sobrenomes abaixo receberam a qualificação de “judeus convictos” ou “judeus relapsos” em alguns casos. Por questão de espaço citaremos apenas nesta primeira parte os sobrenomes, dispensando os pré-nomes:


Abreu Álvares Azeredo Ayres

Affonseca Azevedo Affonso Aguiar

Vieira Villela

Vaz Veiga Vellez Vergueiro

Valle Valença Vargas Vasques

Torrones Tovar Trigueiros Trindade

Soares Souza Tavares Telles

Sylva Silveira Simões Siqueira

Sá Sequeira Serqueira Serra

Ribeiro Rios Rodrigues Rosa

Ramos Rebello Rego Reis

Pires Porto Quaresma Quental

Pestana Pina Pinheiro

Paredes Paz Pereira Perez

Nogueira Neves Nunes Oliveira

Esteves Évora Febos Fernandes

Diniz Duarte Delgado Dias


(A lista dos sobrenomes citados acima não exclui a possibilidade da existência de outros sobrenomes portugueses de origem judaica. – Fonte: Extraído do livro: “Raízes judaicas no Brasil” – Flávio Mendes de Carvalho – Ed. Nova Arcádia – 1992).


Todos esses judeus brasileiros, cujos sobrenomes estão citados acima, foram julgados e condenados pela Inquisição de Lisboa, sendo que alguns foram deportados para Portugal e queimados, como por exemplo o judeu Antônio Felix de Miranda, que foi o primeiro judeu a ser deportado do Brasil Colônia. Outros foram condenados a cárcere e hábito perpétuo.


Nós Judes Sefarad temos por si e até forma de segurança juntamente a AMSDJU a não afirmar que todos que possuem estes sobre nomes seja de certa forma Sefarad ou Marrano ate mesmo por que existe a cultura, dados familiares provas historicas que a pessoa seja especificamente um Marrano ou sefarad.

Dados estes são sigilosos e guardados ate por sua segurança Histprica das familias " CADA FAMILIA SEFARAD POSSUI COSTUMES E CULTURAS PASSADAS DE GERAÇÃO A GERAÇÃO, ESTAS MESMAS QUE SÃO SEGREDO FAMILIAR "



Fontes Bibliográficas Os Judeus no Brasil Colonial – Arnold Wiznitzer Editora Pioneira – SP – 1996 Raízes judaicas no Brasil – Flávio Mendes Carvalho Editora Nova Arcádia – SP – 1992 Estudos sobre a comunidade judaica no Brasil Nachman Falbel Fisesp – SP. Judaizantes e judeus no Brasil – Egon e Frieda Wolff – RJ.

O descobrimento do Brasil " Chegada sefarad Ibericos " Judeus Ibericos

O descobrimento do Brasil em 1500 veio a ensejar uma nova oportunidade para esse povo sofrido. Já em 1503 milhares de “cristãos-novos” vieram para o Brasil auxiliar na colonização. Em 1531, Portugal obteve de Roma a indicação de um Inquisidor Oficial para o Reino, e em 1540, Lisboa promulgou seu primeiro Auto-de-fé. Daí em diante o Brasil passou a ser terra de exílio, para onde eram transportados todos os réus de crimes comuns, bem como judaizantes, ou seja, aqueles que se diziam aparentemente cristãos-novos, porém, continuavam em secreto a professar a fé judaica. E é nesses judaizantes portugueses que vieram para o Brasil nessa época que queremos concentrar nossa atenção.
De uma simples terra de exílio a situação evoluiu e o Brasil passou a ser visto como colônia. Em 1591 um oficial da Inquisição era designado para a Bahia, então capital do Brasil

Sefarad " Somos Judeus da península ibérica"


Desde a época em que o Rei Nabucodonosor conquistou Israel, os hebreus começaram a imigrar-se para a península ibérica. A comunidade judaica na península cresceu ainda mais durante os séculos II e I A.C., no período dos judeus Macabeus. Mais tarde, depois de Cristo, no ano 70, o imperador Tito ordenou destruir Jerusalém, determinando a expulsão de todo judeu de sua própria terra.


A derrota final ocorreu com Bar Kochba no ano 135 d.C, já na diáspora propriamente dita. A história confirma a presença dos judeus ibéricos, também denominados “sefaradim”, nessa península, no período dos godos, como comprovam as leis góticas que já os discriminavam dos cristãos. As relações judaico-cristãs começaram a agravar-se rapidamente após a chegada a Portugal de 120.000 judeus fugitivos e expulsos pela Inquisição Espanhola por meio do decreto dos Reis Fernando e Isabel em 31.03.1492.


Não demorou muito, a situação também se agravava em Portugal com o casamento entre D. Manoel I e Isabel, princesa espanhola filha dos reis católicos. Várias leis foram publicadas nessa época, destacando-se o édito de expulsão de D. Manoel I. Mais de 190.000 judeus foram forçados a confessar a fé católica, e após o batismo eram denominados “cristãos-novos”, quando mudavam também os seus nomes.


Várias atrocidades foram cometidas contra os judeus, que tinham seus bens confiscados, saqueados, sendo suas mulheres prostituídas e atiradas às chamas das fogueiras e as crianças tinham seus crânios esmagados dentro das próprias casas.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sobrenomes judeus — de que raízes se originam? AMSDJU


Shimon Peres Presidente do Estado de Israel

Revista Visão Judaica N. 24


Diferentemente dos aristocratas e das pessoas ricas, os judeus não tinham sobrenomes na Europa Oriental até os anos napoleônicos, nos princípios do século 19. A maior parte dos judeus dos países conquistados por Napoleão, Rússia, Polônia, e Alemanha receberam a determinação de adotar sobrenomes para cobrança de impostos. Após a derrota de Napoleão, muitos judeus retiraram estes nomes e voltaram ao " filho de", surgindo então nomes como: Mendelsohn, Jacobson, Levinson, etc


Há dezenas de milhares de sobrenomes judeus utilizando a combinação das cores, dos elementos da natureza, dos ofícios, cidades e características físicas.Um pequeno exercício é perguntar: Quantos sobrenomes judaicos podemos reconhecer com a raiz das seguintes palavras?Cores: Roit, Roth (vermelho); Grun, Grin (verde); Wais, Weis, Weiss (branco); Schwartz, Swarty (escuro, negro); Gelb, Gel (amarelo).Panoramas: Berg (montanha); Tal, Thal (vale); Wasser (água); Feld (campo); Stein (pedra); Stern (estrela); Hamburguer (morador da vila).


Carta do Presidente do Brasil Pedindo Ajuda a comunidade Judaica

Metais, pedras preciosas, mercadorias: Gold (ouro), Silver (prata), Kupfer (cobre), Eisen (ferro), Diamant, Diamante (diamante), Rubin (rubi), Perl (pérola), Glass, (vidro), Wein (vinho).Vegetação: Baum, Boim (árvore); Blat (folha); Blum (flor); Rose (rosa); Holz (Madeira).Características físicas: Shein, Shen (bonito); Hoch (alto); Lang (comprido); Gross, Grois (grande), Klein (pequeno), Kurtz (curto); Adam (homem).Ofícios: Beker (padeiro); Schneider (alfaiate); Schreiber (escriturário); Singer (cantor).Holtzkocker (cortador de madeira), Geltschimidt (ourives), Kreigsman, Krigsman, Krieger, Kriger (guerreiro, soldado), Eisener (ferreiro), Fischer (peixeiro, pescador), Gleizer (vidreiro).


Utilizaram-se as palavras de forma simples, combinadas e com a agregação de sílabas como son, filho; man, homem; er: que designa lugar, agregando-se preferencialmente após o final do nome da cidade.Em muitos países adaptaram-se as terminações dos sobrenomes ao uso do idioma do país como o sufixo "ski", "sky" ou "ska" para o caso de mulher, "as", "iak", "shvili" , "wicz" ou "vich".Então, com a mesma raiz, temos por exemplo: Gold, que deriva em Goldman, Goldrossen, Goldanski, Goldanska, Goldas, Goldiak, Goldwicz, etc.


Pose típica de patriarca marrano, cristão novo ou cripto judeu. Cel. Lourenço ladeado por seu irmão o depudato e Pe. Francsico Máximo à esquerda e o seu sobrinho à direita. Assim se organizava a resitência por trás das portas da heróica Maçonaria. As famílias marranas ostentavam, como registra Cecil Roth, Howard Sachar e Werner Keller, clérigos de proeminência para a sua savalguarda. Também obter informações das iniciativas do Santo Ofício e influenciar nos processos e decisões.
A terminação indica que idioma falava-se no país de onde é o sobrenome Sobrenomes espanhóis: Entre os sobrenomes judaicos espanhóis é fácil reconhecer ofícios, designados em árabe, ou em hebraico, como: Amzalag (joalheiro); Saban (saboneiro); Nagar (carpinteiro); Haddad (ferreiro); Hakim (médico).

Profissões relacionadas com a sinagoga como: Hazan (cantor); Melamed (maestro); Dayan (juiz). Cohen (rabino). Levy, Levi (auxiliar do templo).Títulos honoríficos: Navon (sábio); Moreno (nosso mestre) e Gabay (oficial).O sobrenome popular Peres, muitas vezes escrito Perez, com a terminação idiomática espanhola, não é, no entanto, sobrenome de origem espanhola, mas uma palavra hebraica que designa os capítulos nos quais a Torá (os cinco livros do Pentateuco), se divide para sua leitura semanal, de forma a completar em um ano a leitura da Torá.Muitos sobrenomes espanhóis adquiriram pronuncia ashkenazi na Polônia, como exemplo, Castelanksi, Luski (que vem da cidade de Huesca, na Espanha). Ou tomaram como sobrenome Spanier (espanhol), Fremder (estranho) ou Auslander (estrangeiro).



Nomes comprados: Exemplos: Gluck (sorte), Rosen (rosas), Rosenblatt (papel ou folha de rosas), Rosenberg (montanha de rosas), Rothman (homem vermelho), Koenig (rei), Koenigsberg (a montanha do rei), Spielman (homem que joga ou toca), Lieber (amante), Berg (montanha), Wasserman (morador da água), Kershenblatt (papel de igreja), Kramer (que tenta passar como não judeu). Nomes designados (normalmente indesejáveis): Exemplos: Plotz (morrer), Klutz (desajeitado), Billig (barato).


Peretz, Perez- Peres ( Origina Pires )Do hebraico, significando "irromper".

Eretz Israel - Pires e Peres - Perez


E essa Sigla ou fonema ES/EZ que representa a frase Eretz Israel = Terra de Israel, para designar que a pessoa pertence a uma família de origem judaica ou do povo de Israel, convertida a força ao catolicismo durante a época da inquisição, é encontrado com a mesma finalidade tanto nos sobrenomes Perez/Peres/ Pires, como também para designar, por exemplo, a origem judaica dos sobrenomes de família de origem hispânico-portuguesa: Aires/Ayres, Anes/Annes (forma reduzida de Yohanes/Yochnam/

A linhagem Pires -´Perez - Fares são da mesma raiz em um ancestral comun como se consta nos brasões a baixo:



Este Brasão sua forma antiga da familia , diferenciado do atual nos quais as Cores Amarelo e vermelho , Nota se que sua forma original.



Veja que este brasão e da familia Peres , sendo o mesmo brasão da familia Pires.

Dados estes :

Novinsky, Anita, Prisioneiros Brasileiros na Inquisição, Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 2001 Novinsky,

NOVINSKI Anita. Inquisição, Inventários de Bens Confiscados a Cristãos-Novos no Brasil – século XVIII. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1978, pp.223-224

sábado, 10 de abril de 2010

Teshuba sobre os Anussim, Bet Yossef, Eben Haezer, do Rabi Yossef Caro


Teshuba sobre os Anussim, Bet Yossef, Eben Haezer, do Rabi Yossef Caro
Recebendo de volta os Anussim
Uma Teshubá Halákhica do Rabino David A Kunin
Esta manhã minha apresentação será dividida em cinco seções. Na primeira examinarei as responsas rabínicas existentes. Na segunda voltarei aos elementos das leis de conversão conforme elas afetam os anussim. Na terceira examinarei dois temas de status. Na quarta examinarei alguns temas extra-halákhicos relevantes à decisão de fazer o processo. Finalmente, apresentarei minhas visões de como eu espero que a halakhá irá se desenvolver no futuro. Ano passado, na minha apresentação apresentada no encontro de Pueblo, examinei as principais tendências encontradas nas responsas ashkenazis e sefaradis acerca do retorno dos convertidos forçados (ao cristianismo e ao islamismo) para o judaísmo.
Sadaya ibn Danan e outras autoridades sefaradís igualam os filhos como filhos judeus criados por gentios, portanto sem qualquer culpa pela prática cristã dos seus pais. A resposta para a segunda destas duas perguntas é mais complexa. Por mais de dois milênios os judeus traçaram a sua identidade religiosa/nacional pela linha matrilinear. Todavia, exigir isto dos anussim é, essencialmente, uma placa dizendo “não entre” — a não ser por uma conversão plena no sentido pleno da palavra. Porém, a responsa sefaradí provê um meio de criar um atalho. Enquanto Duran, que por outro lado oferece uma das mais liberais responsas sefaradís, declare que os anussim que podem traçar uma linha materna devem ser aceitos “até o fim de todas as gerações”. Ibn Danan é muito mais liberal neste ponto.
“Se os marranos”, diz ele, “são considerados gentios e aqueles que querem retornar são considerados prosélitos, o desejo deles de retornar à comunidade judaica será enfraquecido... os marranos não devem ser recebidos como estranhos, mas como irmãos. Eles devem ter o sentimento de que estão voltando para casa... de fato, dentro da linhagem todo o povo de Israel são irmãos. Nós todos somos filhos de um pai. O jugo da lei ainda está nos ombros deles e jamais pode ser removido deles”. Iossef Caro, em Bet Iossef, declara que os anussim “não devem ser desencorajados de forma alguma de retornarem ao judaísmo”.
uma obrigação de todos os judeus alcançar nossos irmãos e irmãs da comunidade de anussim a fim de facilitar o retorno à comunidade judaica de todo aquele que desejar retornar.David Kunin é rabino do Templo Ohr Shalom em San Diego, uma congregação com muitos membros cripto-judeus

GENEALOGIA DE JESUS E O APELIDO DE FAMÍLIA FARIA ( PIRES , PEREZ E FARES)


Tamar, mulher não judia, casa-se com Her, filho de Judá. Seu esposo, por não cumprir os deseja de D’us falece, sem deixar herdeiro. Judá dá Onã, irmão de Her, para fecundar Tamar, honrando a família, como era costume. Onã nega-se a cumprir seu mister, derramando o sêmen no lençol, impedindo que Tamar seja fecundada. Sabedor disso, Judá indica o seu outro filho Sela para fecundar Tamar, mas este é jovem e não pode cumprir a determinação do pai. Então,Tamar, fingindo-se , deita-se com seu sogro Judá, engravidando-se ela de gêmeos para se cumprir o costume , coisa esta que hoje erradamente muitos dizem ela ser uma mulher mundana , sem saber realmente os costumes que deveriam ocorrer.
Chegando a hora do parto, um dos gêmeos estendeu a mão e a parteira atou-lhe uma fita escarlate no braço, afirmando: “Foi este que saiu primeiro”. Mas acontece que ele retirou sua mão e outro foi quem saiu do corpo materno. Então a parteira disse: “Que brecha te abriste.” E o chamaram de Fares. Em seguida nasceu seu irmão, que tinha o fio escarlate na mão, por isso o chamaram Zara”.



E o nome Farés – Faria – Pires - Perez passou a ser adotado por judeus religiosos, em homenagem a Tamar , como forma de demonstrar o perdão dado a ela.



A genealogia de JESUS, descrita pelo Evangelista Mateus , o Nazareno descende de Judá pela Linha da Tamar e do seu filho FARES (FARIA) PIRES (ver Mateus 1,16):

1 - Ascendência de Jesus –1 Livro da à origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão, Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacó, Jaçó gerou JUDÁ e seus irmãos, JUDÁ gerou FARÉS e Zara, de TAMAR, FARÉS gerou Esrom, Esrom gerou Aminadab, Aminadab gerou Naasson, Naasson gerou Salmon, Salmon gerou Booz, de Raab, Booz gerou Jobed, de Rute, Jobed gerou Jessé, Jessé gerou David. Davi gerou Salomão, daquela que foi mulher de Urias, Salomão gerou Roboão, Roboão gerou Abias, Abias gerou Asa, Asa gerou Josafá, Josafá gerou Jorão, Jorão gerou Acaz, Acaz gerou Ezequias, Ezequias gerou Manasses, Manasses gerou Amon, Amon gerou Josias, Josias gerou Jeconias e seus irmãos por ocasião do exílio na Babilônia. Depois do exílio na Babilônia, Jeconias gerou Salatiel, Salatiel gerou Zorobatel, Zorobatel gerou Abiud, Abiud gerou Eliacim, Eliacim gerou Azor, Azor gerou Sadoc, Sadoc gerou Aquim, Aquim gerou Eliud, Eliud gerou Eleazar, Eleazar gerou Mata, Mata gerou Jacó, Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo.

Assim FARIA deriva de FARÉS, PIRES E PEREZ filho de TAMAR, estando na linha da origem de Jesus, desde Davi, conforme Mateus, acima indicado.



TAMAR COMO PRIMEIRA AVÓ DE JESUS.

Notamos que TAMAR foi à primeira mulher a constar da genealogia de JESUS, pois naquele tempo persona do sexo feminino não merecia consideração. Assim, ela teria sido, segundo alguns, sua “primeira avó”.




História*Judaica*MEA (Elvira de Azevedo) & STEINHARDT (Inácio).— BEN-ROSH. Biografia do Capitão Barros Basto, o Apóstolo dos Marranos. Edições Afrontamento. (Porto. 1997). 15x24 cm. 300-IV págs. B.“Ben-Rosh é uma biografia do Capitão Arthur Carlos de Barros Basto, um repúblicano de ascendência judaico-cristã que após a 1ª Grande Gueera, onde serviu brilhantemente a Pátria, obtendo altas condecorações e louvores, funda no Porto, em 1923, uma comunidade israelita. (...) É a Obra de Resgate, que galvaniza as comunidades judaicas de todo o mundo, pelo que se põe em funcionamento uma forte cadeia de ajuda, com base no Portuguese Marranos Committee de Londres, criado pela Sinagoga Portuguesa de Londres


(FARIAS, PIRES, PERES, PEREZ = FARÉS) SEFARAD JUDEUS


(FARIAS, PIRES, PERES, PEREZ = FARÉS)



O apelido de família FARIA, adotado por judeus-convertidos desde o batismo forçado, a partir de 1497, como patronímico (cf. Antônio Henrique da Cunha Bueno , in Dic. Das Famílias)

Os judeus convertidos ao cristianismo eram denominados de marranos. O adjetivo marrano na Espanha e em Portugal era designação injuriosa que se atribuía aos mouros e judeus batizados, suspeitos de se conservarem leais à religião que professavam. Tinha significação de excomungado. No Rio Grande do Sul diz-se de ou gado de má qualidade. Marrano tem significado também de porco de engorda, já crescido. Etimologicamente, na Espanha marrano (ano de 965) era porco (séc.XIII) e cristão-novo. Designação pejorativa dada aos judeus e/ou mouros convertidos ao cristianismo, à força, suspeitos de fieis à antiga religião (quando muitos na verdade sequer eram religiosos) por causa da repugnância em relação à carne de porco, alimento não permitida pelo judaísmo e pelo islamismo. Marrano , do árabe muharram, coisa proibida (cf.Houaiss).


Os marranos têm regressado ao judaísmo, a partir do século XX, segundo Hélio D.Cordeiro, pesquisador.

Walter Santos Baptista, in Sobrenomes Luso-brasileiros, in
http://www.uol.com.br/ indique que FARIA (s), deriva de FARÉS, PIRES e tem significado de “parte”, ruptura, “moeda”, “presente” ou “prêmio”, ainda “quebrador”, “desbravador”, “desbravador”, o que veio primeiro rompendo, conforme Gênesis 30-1/30, que conta à história de Judá e de sua nora Tamar.
Além de FARIAS, os apelidos de PERES e PIRES são citados por Gonsalves de Mello, sendo que WIZNITZER apresenta FARIA e PERES, e Salvador cita os três (FARIA, FARIAS, PERES, PEREZ e PIRES).

A maldição de Simão Pires de Solis- Amsdju - Familia Sefarad Pires








Todas as noites, o cristão-novo Simão Pires de Solis, cavalgava até ao Convento de Santa Clara, em Lisboa, para aí se encontrar clandestinamente com a jovem noviça Violante. Esta tinha sido forçada a recolhimento conventual, devido a seu pai, fidalgo que não via com bons olhos este amor entre os dois.Certo dia, Simão pede a Violante para ambos fugirem, dando-lhe um prazo de 24 horas para decidir. O que realmente sucede na noite seguinte, é a prisão de Simão, acusado de furtar relíquias religiosas da igreja de Santa Engrácia, onde recentemente se tinham iniciado as primeiras obras para a sua construção.Simão diz-se inocente, protege acima de tudo o bom nome da sua apaixonada, perante as graves acusações de que alguém o viu no local do crime.


Condenado à fogueira, cortam-lhe primeiro as mãos, e quando as chamas já o envolviam, terá gritado a célebre maldição. ” É tão certo morrer inocente como as obras nunca mais acabarem… “. Suas cinzas terão sido depois lançadas ao rio.Anos mais tarde, um homem pede a presença da
freira Violante, confessando-lhe que teria sido ele e não Simão Pires, o autor desse hediondo crime e, como sabia do relacionamento entre os dois, incriminou o cristão-novo para salvar a sua pele, agora, pedia perdão em seus últimos momentos de vida.






Violante concede ao moribundo o perdão.Este episódio do furto, ficou registado como tendo acontecido a 15 de janeiro de 1630, enquanto que a execução da sentença foi a 3 de fevereiro de 1631. Foi um dos juízes do caso, o Dr. Gabriel Pereira de Castro, também ele um pretendente de Violante, o que demonstra desde já a farsa que envolveu toda esta condenação.Simão era um homem com um feitio arrebatado, e sendo cristão-novo, tudo se conjugou para este desfecho mais do que óbvio.(Assim surgiu o ditado das “obras de santa engrácia”, como qualquer coisa que não tem fim. Embora em 1682 se tenha iniciado com alguma resolução as obras, estas tinham de facto tido as primeiras diligências em 1631/32. Foram dadas por concluídas em 1966).



segunda-feira, 22 de março de 2010

Nobres Sefaradi - Familia PIRES Molcho


Cristóvão Colombo, que na verdade não tinha esse nome, mas “Salvador Gonçalves Zarco”, descendente de João Gonçalves Zarco, descobridor da Ilha da Madeira e Judeu.


O sobrenome “Câmara” foi adotado por decreto do rei como “prêmio” a João Gonçalves Zarco pelas suas “obras” em favor de Portugal, tais como o combate aos mouros, antigos invasores da península e o descobrimento daquelas terras.


à “Casa de Abravanel”, judeus importantes da Espanha e Portugal expulsos pela inquisição e que se instalaram na Grécia, de onde veio o pai de Sanor Abravanel, conhecido popularmente como “Silvio Santos”.


Uma das hipóteses sobre a escolha desse nome que escondia a identidade portuguesa e judaica da Casa de Abravanel, cujo líder Isaac Abravanel fora expulso pelos reis espanhóis na época da hipócrita inquisição. Conservando o nome Zarco, isso seria um problema para o rei que promovia uma perseguição feroz aos judeus.

Outra avó mais antiga de Catharina de Barros foi Inês de Castro, que primeiro teve o papel de “amante” do príncipe D. Pedro de Portugal e depois de assassinada a mando do rei, quando já morta foi declara Rainha de Portugal e esposa de D.Pedro I de Portugal com o falecimento do pai, D.Afonso IV. Essa “avó” teve até a célebre cerimônia do “beija-mão” da rainha que mesmo morta foi retirada do túmulo para que o súditos lhe rendessem esse cumprimento.




Inês Pires de Castro, galega de nascimento, filha bastarda de D.Pedro Fernandez de Castro, poderoso fidalgo de Castela, e irmã de D. Fernando e D.Álvaro Pires de Castro, senhores de grande poder político da época na Espanha e filhos bastardos do Rei Sancho IV, Rei de Castela.E, ainda tinha uma ligação com a Família Albuquerque e com Afonso Sanchez, também bastardo de D.Diniz, uma provável causa do ódio que D.Afonso IV, pai de D.Pedro, causa de uma guerra civil que tomou conta de Portugal com a morte encomendada de Inês.Guerra essa, que só terminou com a mediação da Rainha Beatriz, mãe de D.Pedro.


Através dessas ascendências e de outras numerosas ligações, a linha genética de Catharina vai às famílias de reis da França, Alemanha, Itália e outras famílias nobres européias dentre os Judeus sefaradi e Marranos desta Europa Portuguesa e Espanhola.



SOBERANIA SEMITA

sábado, 13 de março de 2010

Sangue judeu corre nas veias da realeza e monarquias europeias- PART II - Pires Molcho


Paio Pires Correia, mestre da ordem de Uclés, cuja família (Pires) está associada á reconquista cristã dos reinos do Algarve, Andaluzia e Valência .


Devidamente relacionada no povoamento, não só do Algarve como da Andaluzia, na segunda metade do século XIII.Nobreza esta que se manteve fiel, á causa do nosso rei Sancho II, desterrado que foi para Toledo.Os Pires, elemento aglutinador,

“comandados” pelo grão mestre da ordem de Santiago, representavam uma facção “descontente e dissidente” com Afonso III.Ligadas aos Pires por alianças familiares estavam os Velhos (Redondo), Vinhal, Coelho, Pereira, Pacheco, Soverosa, Alvarengas e Baião/Azevedo.Desta gente, faz parte grande numero de trovadores, que influenciaram a época e alguns estão presentes até hoje no “Cancioneiro da Ajuda”.


Parte desta nobreza serviu o rei de Leão, Afonso, o Sábio, estando presente na conquista, agregados á hoste do nosso Rodrigo Gomes de Trastãmara que junto de parte, da ordem de Santiago, perfazia o contingente português.


O povoamento da Andaluzia é desta forma feito por castelhanos e portugueses (plebe e a nobreza, especialmente com seus filhos segundos).Acredito que este aspecto, estará de certa forma relacionado, com a migração de algumas famílias posteriormente para o Algarve, nos dois séculos seguintes. Com grande importância nas descobertas marítimas portuguesas.



NOBRES PORTUGUESES ,MARRANOS
Luís Pires
Pires ou Peres, como a família se radicou em Portugal, dando origem a muitos ramificações.
Alguns historiadores consideram que naufragou com a tempestade de 24 de maio.
Brasão de armas de Luís Pires. Vermelho, com cruz de ouro, cantonada de quatro flores-de-lis do mesmo; contrachefe ondado de prata e de azul; bordadura de ouro, carregada de oito aspas de vermelho. Timbre: uma aspa de ouro, com uma flor-de-lis de vermelho entre as extremidades superiores.
"As fontes impressas são divergentes quanto ao número de capitães. Pero Vaz de Caminha, em sua carta a D. Manuel, cita sete, entre eles o capitão-mor Pedro Álvares Cabral, Nicolau Coelho, Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Aires Gomes (Aires Gomes da Silva), Bartolomeu Dias e Vasco de Ataíde, cujo navio se perdeu dos demais próximo às ilhas de Cabo Verde. Além destes, são apontados por outras fontes, nos comandos das embarcações: Diogo Dias, Simão de Pina, Luís Pires, Gaspar de Lemos, Pero de Ataíde e Nuno Leitão da Cunha.
A esses capitães, agregamos o escrivão Pero Vaz de Caminha, que, ao escrever para o Rei relatando o achamento da nova terra, deixou para a história do Brasil o seu primeiro registro; ou, como denominou o historiador Capristano de Abreu, o "diploma natalício lavrado à beira do berço de uma nacionalidade futura [Abreu, 1929: p. 53]."
Há indícios de que os motivos que levaram à escolha desses homens notáveis foram a nobreza de sangue e os feitos realizados em outras navegações. Essa combinação conferiu à expedição o carácter especial da armada, como mostra a carta em que Pedro Álvares é nomeado seu capitão: "[...] fazemos saber a vós capitães fidalgos cavaleiros, escudeiros, mestres e pilotos marinheiros e companhia e oficiais e todas as outras pessoas que aqui enviamos na frota e armada que vai para a Índia, que nós, pela muita confiança que temos em Pedro Alvares de Gouveia fidalgo de nossa casa e por conhecermos dele que nisto e em toda outra coisa que lhe encarregamos nos saberá muito bem servir e nos dará de sua muito boa conta e recado lhe damos e encarregamos a capitania mor de toda a dita frota e armada" [Carta Régia de nomeação de Pedro Álvares de Gouveia para capitão-mor da armada a enviar à Índia. Citado por Magalhães, 1999: p. 37]
Os navegadores portugueses que integraram a esquadra de Cabral traziam como armas as de suas famílias e linhagens, transmitidas por herança aos descendentes, sem diferenças que indicassem introdução de novos ramos ou de novas gerações. Somente Nicolau Coelho passou a usar armas diferenciadas das de família, além de Bartolomeu Dias, que recebeu armas novas, outorgadas pelo rei, em recompensa a serviços prestados, sem necessidade de comprovação de ascendência nobre

Sangue judeu corre nas veias da realeza e monarquias europeias part I - Pires Molcho


Sangue judeu corre nas veias da realeza e monarquias europeias. Porquê? - Porque poder e dinheiro vão sempre juntos, independentemente da época ou momento histórico. Algumas destas famílias tornaram-se nobres, muitas outras converteram-se ao cristianismo e a si próprias em prósperas famílias burguesas.


Muita dessa abastada burguesia ainda hoje radica na Guarda, mantém a sua influência e aumentou a sua riqueza. Alguma até a nível nacional.


Pena mesmo é que, após o enriquecimento e conversão, se tenham esquecido de onde vieram, de quem os acolheu e de quem lhes deu prosperidade. Na Guarda nunca poderemos ser anti-semitas, pois a sua história é a nossa História.


Na Guarda está guardado o obscuro segredo das origens dos nossos monarcas e das elites que nos governam de há uns séculos a esta parte. Sem o seu dinheiro e influência as descobertas e a manutenção da independência nunca teriam sido possíveis. Em troca foi permitida a união com as famílias nobres e aceso ao poder político.


Hoje ninguém teria problemas em afirmar-se como descendente de judeus, no entanto pelo prisma daquela época a situação era bem diferente, e por isso mesmo encoberta.


ANDALUZIA
Há uma extensa bibliografia que pode ajudar a traçar esta geografia da identidade pessoal de muitos descendentes de judeus portugueses. Aqui ficam alguns dos livros que considero fundamentais:
“A History of the Marranos”, Cecil Roth“Sangre Judia”,
Pere Bonnin“Secrecy and Deceit: The Religion of the Crypto-Jews”,
David Gitlitz“Os Marranos em Portugal”,
Arnold Diesendruck“A Origem Judaica dos Brasileiros”,
José Geraldo Rodrigues de Alckmin Filho“Dicionário Sefaradi de Sobrenomes”,
Guilherme Faiguenboim, Anna Rosa Campagnano e Paulo Valadares (ver Folha Online - Dicionário viaja ao passado dos sefaradis - 06/01/2004)
Segue uma listagem (reduzida) de nomes de familias judias e cripto-judias retirada do Dicionário Sefaradi de Sobrenomes:
Pacham/Pachão/Paixao Pacheco Paes Paiva Palancho Palhano Pantoja Pardo Paredes Parra Páscoa Passos Paz Pedrozo Pegado Peinado Penalvo Penha Penso Penteado Peralta Perdigão Pereira Peres Pessoa Pestana Picanço Pilar Pimentel Pina Pineda Pinhão Pinheiro Pinto Pires Pisco Pissarro Piteyra Pizarro Pombeiro Ponte Porto Pouzado Prado Preto Proenca

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ass.Marrana Salomon Molcho e sua Parceira ABRAONG


A Floresta amazônica, é conhecida por muitos como “O Pulmão do Mundo”, por possuir uma mata muito densa e extensa. Mas, o real “Pulmão do Mundo” são os grandes mares e oceanos, pois no fundo deles está coberto de algas marinhas, que também transformam CO2 em O2 em larga escala. Mas, a Amazônia, tem como importância a “refrigeração” do ar que respiramos. Justamente por ser uma floresta muito densa, uma árvore grande é capaz de produzir cerca de 1000 litros de vapor d’água por dia! Por isso, ela é responsável por esfriar o ar quente que passa pelas proximidades diariamente.Temos que acabar com o desmatamento da floresta amazônica. Os fazendeiros que lá possuem grandes porções de terras, mandam e desmandam na região, fazem queimadas, devastam áreas para expandir suas propriedades, esquecendo do impacto ambiental

Pensando nisso a ABRAONG juntamente com seus parceiros como a FTABH ( Faculdade Teologica Afro Brasileira e Holistica Livre), a AMSDJU ( Ass. Marrana Salomon Molcho de descendentes Judeus) dentre sua nobresa reconhecida internacionalmente com honrarias e titulos sobre inumeros assuntos dentre eles o aquecimento global e nossa AMAZONAS.
Agradecemos aos nobres da Liga Federal do codigo de etica marrano, a Condessa Andrea Pires Yiami Ako , o Principe Marcelo Reis de Transtamaras e Arquiduke de Molcho Anthony dentre outros que estao nessa luta.




O Trabalho da Abraong e AMSDJU com seus parceiros e forte no estado do amazonas em Manaus já com colaboradores e associados a união do verde esta que luta a favor da Fauna e flora, dentre os animais silvestres do nosso pais.Como todos nós seres humanos sabemos, o aquecimento Global vem crescendo a cada dia que passa. E como resultado disso tudo, o perigo não se proponhe a afetar um local ou outro, mas sim o planeta como um todo, e isso incluindo o Brasil

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Linhagem Pires Molcho em França

Linhagem Pires Molcho em França
Autres informations : Classe 1939, recrutement Seine central France
Dominique PIRES Conflit : 1939-1945
Date du décès : 20/06/1944
Fiche issue du relevé n° 8700Teillet - 81
Ignacio PIRES Conflit : 1939-1945
Grade, unité : Soldat - 21e R.M.V.E. - [Infanterie] Régiment de Marche de Volontaires Etrangers Complément : Matricule, recrutement : 13666
Autres informations : Classe 1939, recrutement Seine central
Référence n° : bp07-2241354
Fiche issue du relevé n° 48949Floing - 08

GENEALOGIA MOLCHO PIRES EM ITALIA

GENEALOGIA MOLCHO PIRES EM ITALIA
REGIÕES ONDE FAMILIA PIRES MOLCHO SE INSTALOU NA ITALIA, PÓS INQUISIÇÃO E HOLOCAUST
LOMBARDIA
é uma
região da Itália setentrional , cuja capital é Milão. Tem limites ao norte com a Suíça, a oeste com o Piemonte, a leste com o Vêneto e com Trentino-Alto Ádige, e ao sul com a Emília-Romagna. É a região mais populosa da Itália.
VENETO
A região do Vêneto foi habitada desde a
pré-história. A partir do século I a.C., fez parte do Império Romano, que incorporou os vénetos, como Regio X Venetia et Histria. Depois da queda do Império Romano, foi invadida por diversos povos bárbaros (godos, hérulos, hunos e lombardos). Esta última invasão é descrita por Paulo, o Diácono na sua Historia Langobardorum
LIGURIA
Tem limites ao sul com o
Mar Lígure a oeste com a França (região Provença-Alpes-Costa Azul), a norte com o Piemonte e com a Emília-Romanha, e a leste com a Toscana.
TOSCANA
Toscana tornou-se uma identidade política, quando já o era geográfica e culturalmente, a partir do
século XV, quando Florença iniciou a sua expansão com a aquisição de Pisa em 1405 e de Livorno em 1421. Siena juntou-se-lhes em 1555.
Os Médici - Reino da Etrúria -Grão-ducado da Toscana
LAZIO
O nome da região sobrevive também na designação tribal da antiga população dos latinos, que deram origem ao povo romano. Na mitologia romana diz-se que o obscuro rei Latino deu seu nome à região.
A região que se tornaria o Lácio era populada, nos séculos anteriores à habitação dos romanos, por diversos povos, alguns de origem não indo-européia. Foi dominada pelos etruscos, tanto cultural como politicamente, mas era uma região com várias culturas

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

referências bibliográficas dos quais procederam estes dados históricos

referências bibliográficas dos quais procederam estes dados históricos PIRES MOLCHO SEFARAD
PIRES:
- CORDEIRO, Hélio Daniel. “Os Marranos e a Diáspora Sefardita”. Editora Capital Sefad. São Paulo, 1995.
PIRES:
- Gente da Nação: Cristãos-novos e Judeus em Pernambuco. José Antônio Gonsalves de Mello. Ed.Massangana, 2a ed. 1996
PIRES:
- Cristãos Novos na Bahia: A Inquisição. Anita Novinsky. Ed. Perspectiva, 2a ed. 1992.

Conferencia "Os Mourriscos e a Inquisição", com a Prof. Dr. Isabel Maria Braga

Ancestral Slomon Molcho


DOC. Fahne des Shlomo Molcho mit der Aufschrift
Bandeira de Diogo Pires ( Molcho)
Salomão Molcho


Salomão Molcho (hebraico: שלמה מולכו Shlomo Mol'kho, originalmente Diogo Pires, (1500 - 13 de dezembro de 1532) foi um místico Português. Brilhante um "cristão-novo" que se converteu de volta ao judaísmo, Molcho se declarou o Messias , e foi queimado na fogueira por Heresia.

Molcho nasceu um cristão com pais marranos em Portugal cerca de 1500. Seu nome de batismo era provavelmente Diogo . Ele ocupou o cargo de secretário de um dos tribunais superiores de seu país natal

Molcho era um crente na interpretação de sonhos, que estudou a Cabala com Joseph Taytazak e conheceu Joseph Caro. . Em seguida, ele vagou como um pregador através da Terra de Israel (então uma província do Império Otomano),

onde obteve uma grande reputação e anunciou que o reino messiânico viria em 1540.

Em 1529 Molcho publicou uma porção de suas pregações Derashot sob o título, ou Sefer ha-Mefo'ar. Indo para a Itália, foi a oposição de judeus proeminentes, incluindo Jacob Mantino ben Samuel, que temiam que ele pudesse enganar os seus correligionários.

Ele conseguiu ganhar o favor do Papa Clemente VII e de alguns cardeais

Foi dito que previu uma enchente que inundou algumas Roma e vários outros lugares. . Depois de seus muitos cabalistas e outras experiências estranhas, Molcho senti justificado em proclamar-se o Messias, ou o seu precursor.


Nesta ocasião, Molcho carregava uma bandeira com a palavra hebraica Maccabi, os quatro מכבי cartas que também significa uma abreviação de Êxodo 15:11 "Quem entre os poderosos é como Deus?".


אויף דעם געלעגנהייט, מאָלטשאָ קעריד אַ פאָן מיט די העברעיִש וואָרט מאַקקאַבי, די פיר לעטטערס מכבי אויך מעאַנס אַ אַבריווייישאַן פון עקסאָדוס 15:11 "וואָס צווישן די גוואַלדיק איז ווי גאָט?".
Em Mântua um tribunal eclesiástico Molcho condenado à morte pelo fogo. No jogo, o imperador ofereceu para perdoar-lhe a condição de que ele retornar à Igreja Católica, mas Molcho recusou, pedindo um mártir, a morte (5 de Tevet 5293 no calendário hebraico).