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terça-feira, 7 de junho de 2011

Shavuot 2011 - 8 de Junho AMSDJU



Shavuot

(Calendário Hebraico) Data de Início: 6 de Sivan de 5771
(Calendário Gregoriano) Data de Início em 2011: 8 de Junho

Moshê ascendeu ao Monte Sinai, e D'us disse-lhe as seguintes palavras: "Assim dirás à casa de Yaacov, e dirás aos Filhos de Israel: 'Vocês viram aquilo que fiz aos egípcios, e como Eu os trouxe nas asas da águia, e os trouxe até a Mim. Agora, portanto, se ouvirem de fato Minha voz, e se mantiverem Minha aliança, então serão Meu tesouro dentre todos os povos; pois toda a terra é Minha; e serão para Mim um reino de sacerdotes, e uma nação sagrada.'"
Moshê voltou do Sinai e chamou os anciãos do povo e transmitiu-lhes todas estas palavras de D'us. Unanimemente, com uma voz e uma só mente, o povo respondeu: "Naasê Venishmá" - "Tudo que D'us falou, assim o faremos."
O toque do shofar intensificou-se, mas de repente todos os sons cessaram, e seguiu-se um silêncio absoluto; então D'us proclamou os Dez Mandamentos desta forma:
1 - "Eu sou o Senhor teu D'us, que te tirei da terra do Egito, da casa dos escravos.
2 - "Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, figura alguma do que há em cima, nos céus, e abaixo na terra, ou nas águas, abaixo da terra. Não te prostrarás diante deles, nem os servirá, pois sou o Eterno, teu D'us, D'us zeloso, que visita a iniqüidade dos pais aos filhos sobre terceiras e quartas gerações aos que me aborrecem; e mostrarei misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam Meus mandamentos.
3 - "Não jurarás em nome do Eterno, teu D'us, em vão; porque não livrará o Eterno ao que jurar Seu nome em vão.
4 - "Lembra-te do dia de Shabat para santificá-lo. Seis dias trabalharás, e farás toda tua obra. E o sétimo é o Shabat do Eterno, teu D'us, e não farás nenhuma obra, tu, teu filho, tua filha, teu servo, tua serva, teu animal, e teu peregrino que estiver em tuas cidades; pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar, e tudo o que há neles, e repousou no sétimo dia; portanto, abençoou o Eterno o dia de Shabat e o santificou.
5 - "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem teus dias sobre a terra que o Eterno, teu D'us, te dá.
6 - "Não matarás.
7 - "Não cometerás adultério.
8 - "Não furtarás.
9 - "Não levantarás falso testemunho contra teu próximo.
10 - "Não cobiçarás a casa de teu próximo; não cobiçarás a mulher de teu próximo, e seu servo, ou sua serva, e seu boi, e seu asno, e tudo que seja de teu próximo.


Nas três festas da peregrinação (Shalosh Regalim), a Torá nos ordena que não façamos nenhuma espécie de trabalho (um preceito negativo), e também ordena que nos alegremos (um preceito positivo). Os três dias anteriores a Shavuot, os dias 3, 4 e 5 de Sivan são chamados os três dias de Hagbalá (restrição):

"E você deverá definir os limites para o povo." (Êxodo 19:12)

Estes são dias de santificação e preparação para o recebimento da Torá. O sétimo dia de Sivan, o dia seguinte a Shavuot, é chamado Isru Chag, o mesma que para os outros Regalim. Na diáspora ele é celebrado como o segundo dia da festa - o dia adicional da diáspora.

Tikun Leil Shavuot - Noite de Vigília e Estudo para Shavuot

Akdamut - (poema litúrgico), recitado anteriormente à leitura da Torá em Shavuot

Shabat Kalá - Shabat da Noiva - Nas comunidades sepharadi, o Shabat anterior a Shavuot é chamado Shabat Kalá. A Torá é associada à noiva, e o Povo Judeu ao noivo vindo conhecê-la. Assim, poetas compuseram músicas de casamento e instituíram uma versão especial de ketubá(certificado de casamento) que é lida na sinagoga, quando o Sefer Torá (Livro da Torá) é retirado do Aron HaKodesh (arca sagrada), assim como a ketubá é lida na chupá durante um casamento.

Plantas Verdes em Shavuot

As Primícias

Este costume vem das oferendas que eram levadas para o Templo e para os sacerdotes. Assim como o primeiro homem que cultivou o solo, Caim, sentia-se uma necessidade de agradecer a D'us pela colheita nos campos e abençoar as plantações.

Peregrinação para a tumba do Rei David
Visitas às tumbas de sábios e fontes de água
Em Israel, presta-se muita atenção às mitzvot de shmitá (o ano sábatico) e doações para o pobres, ambas relacionas ao trabalho agrícola, e portanto, à
Shavuot.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Os Perezitas - Perez - Pires AMSDJU


Hamisha Humshei Torah - Bamidbar ( Pires – Peres)

Pires. E a origem judaica desse sobrenome está no fato d

e que Pires é uma variação de Peres/Perez, que por sua vez é variante por descendência do sobrenome hebraico antigo Peretez, que é uma das d

uas famílias principais que compunham a antiga tribo de Judá juntamente com os Zeraítas descendentes de Zerá.

Torah - Hamisha Humshei Torah - Bamidbar (do hebraico במדבר No deserto, ou No ermo ) é o nome da quarta parte da Torá. Números 26

19 Os filhos de Judá: Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.

20 Assim os filhos de Judá, segundo as suas famílias, eram

: de Selá, a família dos selanitas; de Pérez, a família dos perezitas; de Zerá, a família dos zeraítas.

21 E os filhos de Pérez eram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.

22 Estas são as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, setenta e seis mil e quinhentos.

Os dados sobre o Apelido Pires Peres citados nesse text

o foram colhidos dos seguintes livros que são fontes de pesquisa histórica- genealógica para a identificação de famílias judaicas de origem sefaradita:

1) Genealogia Hebraica de Portugal e Gibraltar dos Seculos XVII-XX de José Maria Raposo de Souza Abecassis

2) Inquisição de Evóra dos Primórdios a 1668, de Antônio Borges Coelho

3) Os Marranos e a Diáspora Sefardita, de Hélio Daniel Cordeiro

5) Raízes Judaicas do Brasil -Os Arquivos Secretos da Inquisição, de Flávio Mendes de Carvalho

7) Lista dos Sepultados no Cemitério de Oudhkerk- Holanda nos séculos XVII e XVIII

9) Quantos Judeus estiveram no Brasil Holandês e Outros Ensaios, de Egon e Frieda Wolf

10) Enciclopédia Judaica, vários autores

11) Dicionário Sefaradita de Sobrenomes, de Guilherme Faiguenboim, Anna Rosa Campagnano e Paulo Valadares
12) Heréticos e Impuros -A Inquisição e os Cristãos -Novos no Rio de Janeiro , de Lina Goreisntein Ferreira da Silva

13) Um Caderno de Cristãos -Novos de Barcelos, de Luís de Bivar Guerra

14) Ha-Lapid, do Cap Arthur Carlos de Barros Bastos

15) The Sefaradim in The England, de Albert Montefiore Hyamson

16) Comunidades Judias de Latinoamerica, de Abraham Monk e Jose Isaacson

17) A Inquisição em Minas Gerais no Seculo XVIII, de Neusa Fernandes

18) Os Judeus Portugueses em Amsterdam , de Mendes dos Remédios

19) Inquisição - Rol dos Culpados. Fontes Para Historia do Brasil, de Anita Waingort Novinsky

20) Erensia Sefardi, de Albert de Vidas

22) Sephardic Names in Amsterdam , de Vibeke Sealtiel Olsen

23) Os Batizados em Pé, de Elias Lipiner

24) A Inquisição Portuguesa no Século XVII, de Antônio de Portugal de Faria.

25) Os Judeus em Portugal no Século XV, de Maria José Pimenta Ferro Tavares
26) Judeus- Os Povoadores do Brasil Colônia, de Elias José Lourenço
27) Primeira Comunidade Isrealita Brasileira, de Abraham Ramiro Bentes
28) História da Inquisição: Portugal,Espanha e Itália- Séculos XV-XIX , de Francisco

Bitencourtt


31) El Descubrimiento de la Cultura Sefaradi , de Mario Cohen

33) Les Noms des Juifs du maroc, de Abrahan Isaac Laredo

34) Livorno e gli Ebrei dell Africa del nord nel Settecento, de Jean

Pierre Fillipin.

35) Los Hijos de Ibero-Franconia. Breviário del Mundo Sefaradi desde las Ori

genes hasta nuestros dias.

36) Los nombres de familia de los judíos sefradies de Salonica, de Michel Molho

37) Mariages juifs á Paris de 1793 à 1802, de Claudice Blamont.

38) Registres Matrimoniaux de la Communiaute Juive Portugaise de Tunis (sécules X

VI-XIX), de Robert Attal e Joseph Avivi

39) Révue Circle de Généalogie Juive, de Claudie Blamont

40) Révue de Généalogie et d'Histoire Séfarades , de Laurence Abensur-Hazam

41) Memorial Brasil Sefarad

42) American sourcebook Jews, de Michael E Staub

43. Subsídios para os Estudo das Gentes da Nação ( Cristãos-Novos) nos Açores na 1a Metade do Século XVII, de José Olívio Mendes Rocha

44) Judeus e Inquisição na Guarda, de Adriano Vasco Rodrigues

45) First American Jwish Families- 600 Genealogies (1654-1988), de Malcolm H. Stern


Saturno nos trópicos: Moacyr Scliar

Mudou o nome para Salomão Molcho — alusão ao monarca bíblico famoso por seu poder, riqueza e sabedoria, sendo o sobrenome uma variante do hebraico melekh, rei — e viajou para a Palestina, onde estudou a Cabala”



sexta-feira, 29 de abril de 2011

Judy Frankel - Tres de la noche (Sephardic Song)

Famílias Sefaraditas Ibéricas - AMSDJU


A partir destes fatos históricos que são amplamente documentados, a maioria dos judeus optou por adotar a regra fonética da transliteração de seus sobrenomes originais judaicos para outros nas lín

guas faladas pela população comum da Ibéria. Na transliteração, o nome judaico era rescrito dentro de um sobrenome comum que contivesse as principais letras , no caso o radical da palavra, que é a parte invariável da palavra, sendo o mesmo constituído pelas consoantes. Tal preferência dos judeus na adoção dos novos nomes, se deu porque nas línguas semíticas

só se escrevem consoantes e deste modo, eles visavam no futuro, com o fim da Inquisição e das

perseguições, ser possível reconstituir seu sobrenome judaico original, foi assim que por exemplo Ben Num tornou se Nunes, Alevy (Alves), Gomel( Gomes), Ben Kadoch virou Cardoso, Ben Brakah virou Braga, Bar Natan virou Antunes, Cohen Cuna virou Cunha, Abuakrek virou Albuquerque, Abrahan-Haivrit(Abraão

o Hebreu) virou Abreu, etc. Cabendo ressaltar que com o sobrenome SÁ / SAA ocorrerão mesmo.

Dados estes :


) Dicionario Da Biblia , de Michael Corgan e Bruce M. Metzger


a Raízes Judaica do Brasil - Os Arquivos Secretos da

) Inquisição, de Flávio Mendes de Carvalho

) Dicionário Biográfico,Vol. II – Judeus no Brasil, de Egon Wolff e Frieda Wolff

) Vínculos de Fogo, de Alberto Dines

) Quantos Judeus Estiveram no Brasil Holandês , de Eg

om Wolff e Frieda Wolff

) Precious Stones Of the Jews of Curaçao, de Isaac S. Emmanuel

) Listas de Judeus Pobres Removidos de Amsterdam e que Receberam Auxílio Monetário para ir Viver em Outros Países (1557-1813), de Vibeke Sealtiel Olsen


) Handleiding bi de Index op de Ketuboth van der Portuguees- Israelietesche Gemeente te Amsterdam van 1600-1911

) Gli Ebrei di Saravejo e della Bosnia-Erzegovina, de Avram Pinto

AMSDJU CONTATO – CONTACT - TEL AVIV, ISRAEL - Thursdays and Fridays
Fairs

972(3) 72-19475 Ramal

154

Tel Aviv, Israel

domingo, 17 de abril de 2011

AMSDJU TEM A HONRA DE APRESENTAR - MENSAGEM DE PESSACH




AMSDJU TEM A HONRA DE APRESENTAR A :MENSAGEM DE PESSACH DA FEDERAÇÃO

No entardecer do próximo dia 18 de abril, começa Pessach, festa que celebra a liberdade e marca o nascimento do povo judeu como grupo.

Durante os 30 dias anteriores a Pessach, é costume nos prepararmos tanto física como espiritualmente para esta festividade. Fisicamente limpando nossas casas de Chametz (qualquer comida feita de grãos e água que foi deixada fermentar ou crescer) e espiritualmente revivendo os temas e as leis desta festividade.

Cada festividade do calendário judaico contém um tema específico com uma oportunidade única de crescimento pessoal. Pessach traz consigo, a mensagem universal de que a liberdade não pode ser privada do ser humano.

O resgate do Povo judeu da escravidão no Egito foi um processo dividido em duas partes. Primeiro foi o resgate físico, seguido pelo espiritual. Quando fomos escravos no Egito, não tínhamos a habilidade de tomar decisões relacionadas à direção física das nossas vidas. Contudo, sendo fisicamente livre, a escravidão mental pode permanecer ligada ao nosso passado, impedindo o alcance espiritual como pessoas livres.

Na Hagadá (texto utilizado para os serviços da noite de Pessach) dizemos: “Éramos escravos do Faraó no Egito e D-us de lá nos tirou com mão forte. Se o Todo Poderoso não tivesse salvo nossos antepassados no Egito, nós, os nossos filhos e os filhos de nossos filhos seguiríamos escravizados pelo Faraó”. Isto nos ensina, que se pelo contrario, a saída do Egito tivesse sido uma decisão faraônica, então continuaríamos escravizados espiritualmente pelo Faraó.

Após a segunda guerra mundial, muitos sobreviventes permaneceram escravizados ás suas experiências do Holocausto. Porém outros não. Aqueles que conseguiram se libertar ajudaram as pessoas que tinham problemas. Temos de ser responsáveis pelos nossos próprios valores e por outros. Devemos buscar o nosso lugar na vida.

Esta é também a mensagem de Pessach: Os fatos que nos estão impedindo de sermos livres são o verdadeiro CHAMETZ que devemos remover de nossas vidas, para que este Pessach seja um momento que mude a direção de nossas vidas para um caminho correto.

Chag Pessach Kasher veSameach!

Boris Ber
Presidente Federação Israelita do Estado de São Paulo

quarta-feira, 30 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Purim פורים - Moroccan Megillat Esther מגילת אסתר מרוקאי

'COPLAS DE PURIM | CANCION SEFARADI | SEPHARDIC SONG

Viva o Purim! 2011

14 de Adar II de 5771 Data: 20 / Março / 2011

Graças à intervenção de Mordechai e da Rainha Ester, os judeus da Pérsia escaparam da perversidade do Ministro Haman, que pretendia matar todos os judeus do Reino.
A origem da palavra 'Pur' aparenta ser persa. Como escrita na Meguilat Ester, significa 'sorteio'. Purim é o plural da palavra 'Pur', e portanto significa 'sorteios'. A festa se chama Purim devido aos sorteios promovidos por Haman.
Haman escolheu fazer sorteios para determinar o dia e mês mais propícios para atacar os Judeus. Os antigos persas acreditavam que os signos do zodíaco afetavam o destino do homem, e creditavam muita honra aos astrólogos e magos. Para muitos pesquisadores, o sorteio não resultou no mês de Adar por acaso, mas intencionalmente, já que uma importante festa persa da deusa Anahita era celebrado no meio deste mês, e o interesse de Haman era deixar o povo contra os Judeus justamente durante estes dias de alegria e entusiasmo.
Uma palavra recentemente introduzida na língua hebraica é 'purimon', uma pequena festa parecida com Purim. Com o tempo, 'Purim' se transformou num símbolo de salvação para os Judeus, e diversos 'Purims' foram estabelecidos para marcar dias em que os Judeus foram salvos em diversos lugares do mundo de situações de perigo. Esses 'Purims' especiais eram chamados segundo o local onde o milagre havia acontecido.

DADOS:

CÁPITULO 9 -- O FERIADO DE PURIM

1. No dia 13 de Adar, um dia que havia sido designado para a destruição do povo judeu, se transformou num dia de vitória dos judeus contra seus inimigos.

2. Os 10 filhos de Haman são enforcados.

3. O 14o e o 15o dias de Adar são designados para celebrar a salvação. Estes são os dias de Purim.

4. Mordechai inicia as práticas de Purim - consistindo de uma refeição festiva, a troca de presentes ou comida, e a doação de ajuda monetária aos carentes.

CÁPITULO 10 -- MORDECHAI E A PERSIA

1. A Pérsia, com Mordechai como primeiro ministro, floresce.

2. O papel de Mordechai na história persa é escrito nas crônicas do rei.

Adaptado de "One Hour Purim Primer," de Rabbi Shimon Apisdorf.

  • Fazendo Barulho na Menção do Nome de Haman


  • Há uma atmosfera especial na sinagoga durante a leitura da Meguilá. Muitos dos fiéis trazem sua própria Meguilá kasher, escrita em pergaminho, de acordo com a halachá - por temer que, caso contrário, eles possam perder uma palavra ou outra da leitura; eles podem assim suprir silenciosamente a palavra perdida em sua própria Meguilá, cumprindo a mitzvá [preceito] de ouvir aMeguilá em sua totalidade.

    Crianças com vários tipos de fantasias fazem todos os tipos de barulho - assobios, reco-recos e assim por diante, para abafar o nome de Haman sempre que o leitor o pronuncia. Escutam-se batidas de varas, chocalhos e barulhos explosivos. O tremendo tumulto acrescenta-se à alegria geral. O leitor espera até o término do barulho para continuar a Meguilá, que lê até o próximo "Haman".

    Outro costume era escrever o nome de Haman no sapato e pisar forte até o nome do opressor ser apagado.

    O costume de fazer barulho quando o nome de Haman é mencionado é muito antigo e difundido pela Diáspora judaica. Alguns rabinos rígidos proibiram o costume, pois perturba a leitura da Meguilá, mas a atmosfera de Purim festiva triunfou e o costume se tornou profundamente arraigado ao folclore de Purim.




    sábado, 5 de março de 2011

    Judeu Português, pensador, sefaradí, Bento de Espinoza (Baruch de Spinoza) - AMSDJU

    DIOGO PIRES ou SHLOMON PEREZ ou SALOMON MOLKHO
    Judeu Português Kabalista
    Citado nos livros:

    Secret conversions to Judaism in early modern Europe

    Por Martin Mulsow,e Richard Henry Popkin pag 6

    American Yiddish poetry: a bilingual anthology

    Por Benjamin Harshav,Barbara Harshav


    Bento de Espinoza (também Benedito Espinoza; em hebraico: ברוך שפינוזה, transl. Baruch de Spinoza) foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Nasceu nos Países Baixos em uma família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.

    Nasceu em Amsterdã no seio da família judaica, de portugue

    ses foragidos da perseguição pela Inquisição.

    Foi profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de judeus como Maimónides, Ben Gherson, Ibn Reza, Hasdai Crescas, Ibn Gebirol, Moisés de Córdoba e outros.

    Morreu num domingo, 21 de fevereiro de 1677, aos quarenta e quatro anos, vitimado pela tuberculose. Morava então com a família Van den Spyck, em Haia. A família havia ido à igreja e o deixara com o amigo Dr. Meyer. Ao voltarem, encontraram-no morto.

    Traços físicos

    Conforme Colerus que o conheceu em Rhynsburg, Spinoza “era de mediana estatura, feições regulares, pele morena, cabelos pretos e crespos, sobrancelhas negras e bastas, denunciando claramente a descendência de judeus Sefaradim ou sefaraditas(Originalmente naturais da Espanha).




    terça-feira, 1 de março de 2011

    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

    quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

    Comunidad Sefaradi, Mexico - Live Hatikva around the world

    Mensagem do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, à presidente brasileira Dilma Rousseff


    Mensagem do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, à presidente brasileira Dilma Rousseff

    O premier israelense Binyamin Netanyahu enviou mensagem de condolências à presidente brasileira Dilma Rousseff lamentando as perdas humanas nas enchentes da região serrana do Rio de Janeiro. Ele enfatizou que Israel está à disposição para oferecer qualquer ti
    po de ajuda necessária.

    AMSJU - ALMA DA COMUNIDADE SEFARADI !

    sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

    Dilma Rousseff participa de evento - AMSDJU IMPRENSA


    “Só existe uma coisa pior do que Auschwitz...

    o mundo esquecer que este lugar existiu”

    Henry Appel, sobrevivente de Auschwitz


    Dilma Rousseff participa de evento

    do “Dia Internacional em
    Memória das Vítimas do Ho

    locausto”

    Jarbas Milititsky, presidente da Federação Israelita (FIRS);Claudio Lottenberg, presidente da Confederação
    Israelita do Brasil (Conib); e a presidente Dilma Rousseff

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    sefarad/מדינת ישראל/Medinat Yisrael/Dawlat Isrā'īl/دولة إسرا AMSDJU




    LOS HERMANOS SEFARAD ! IVERIA MIRA !
    ESPAÑA ! PORTUGAL! MAROC! BRAZIL!
    SANGUE SEFARAD!

    domingo, 16 de janeiro de 2011

    Tu BiShvat 2011-Ano Novo das Árvores! 20 de Janeiro




    Tu Bishvat é celebrado comendo-se várias espécies de frutas, algumas da nova e
    stação. Especificamente é costume comer dos frutos pelos quais a Terra de Israel é enaltecida. São mencionadas sete espécies (duas de grãos e cinco de frutas), conforme o versículo da Torá: "Uma terra de trigo e cevada, uva, figo e romã; uma terra de azeitona e mel (de tâmaras)."

    Nossos sábios dizem que o homem se parece com as árvores do camp
    o. Disse o Rabino Elazar Ben Azarya: "Qualquer pessoa cuja inteligência excede os seus bons atos... é como uma árvore cheia de galhos, mas com poucas raízes, que o vento arranca do chão e vira de cabeça para baixo... Mas aquelas cujos bons atos excedem sua inteligência... é como uma árvore com poucos galhos, mas com muitas raízes, mesmo que todos os ventos do mundo soprassem contra, ela não sairia do lugar... em ano de seca não devemos nos preocupar, nem parar de render frutos". (Avot 3:17)

    Uma árvore brota a partir de uma semente, cresce, atinge a maturidade, dá frutos e, de suas sementes, outras árvores crescem, frutificam-se, etc. Assim também é o c
    iclo da vida humana.

    O embrião se desenvolve, nasce, cresce e amadurece e, com o passar dos anos, o ser humano se reproduz. Os frutos do judeu são Torá e mitsvót. Assim como as árvores brotam a partir de uma semente, também deve-se assegurar que mais judeus cresçam espiritualmente, gerando seus próprios frutos. Um judeu não pode se contentar apenas com sua colheita espiritual e sim, aproximar outros de sua herança.

    Uma árvore é parte do reino vegetal. Plantas, ao contrário dos animais, morrem se forem desenraizadas do solo e sobrevivem apenas quando continuam recebendo nutrientes da
    fonte. Um judeu também subsiste e cresce espiritualmente, apenas quando ligado à sua fonte: Torá e judaísmo. Não é suficiente estudar Torá ou cumprir mitsvót uma s
    ó vez; é preciso receber constantemente alimento da fonte, e da vida.

    O Seder de Tu BiShvat, modelado de acordo com o Seder de Pessach, é um costume antigo que foi reincorporado nos tempos recentes. Baseado em interpretações cabalísticas, este Seder leva seus participantes por distintas dimensões físicas e metafísicas. Come-se frutas, bençãos são recitadas e contos sobre as árvores e a natureza são contados.

    Quatro taças de vinho são tomadas, uma mais vermelha que a outra, simbolizando as mudanças de padrão das flores em Israel ao longo do ano. Frutas da terra são comid
    as durante a refeição, cada uma simbolizando uma metáfora das quatro camadas metafísicas da existência, relacionando a natureza humana e a personalidade coleti
    va do Povo de Israel.

    Quando Estivermos Comendo as Frutas

    Algumas pessoas comem sete frutas (pelas sete espécies), outras quinze (por ser dia 15 de Shvat). Algumas comem as frutas como parte de uma refeição festiva, outros as comem separadamente. Há os que comem as sete espécies especificamente, e há os que comem frutas típicas de Israel. As frutas devem ser comidas frescas (para que possam ser abençoadas), mas podem também ser comidas assadas, secas ou açucaradas.

    Algumas dicas:

    - Mesmo que a benção sobre o pão tenha sido dita ao início da re
    feição, deve ser feita a benção especial para as frutas: "... boré pri ha'etz" (Abençoado sejas Tu, Senhor e Rei do Universo, que cria os frutos das árvores).

    - Se muitas frutas estão dispostas na mesa, a benção deve ser feita sobre a mais importante, sendo válida assim para todas as outras.

    - Se frutas da Terra de Israel estão entre os frutos (azeitonas, tâmaras, uvas, figos ou romãs), estas devem ser comidas antes, em ordem de prioridade. Alguns Judeus Sefar
    adim comem antes comidas feitas de duas espécies de grãos antes dos frutos da Terra.

    - Uma fruta nova deve ser comida, se possível, para que seja feita a benção "... shehecheianu, vekiemanu, vehiguianu lazman hazé." (Abençoado sejas Tu, Senhor, Rei do Unive
    rso, que nos manteve vivos, nos sustentou e nos trouxe até es
    te dia de hoje), após a benção d
    a fruta.

    SHALOM MA LEYHEN HERMANOS DEL SEFARADI!