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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Judy Frankel - Tres de la noche (Sephardic Song)

Famílias Sefaraditas Ibéricas - AMSDJU


A partir destes fatos históricos que são amplamente documentados, a maioria dos judeus optou por adotar a regra fonética da transliteração de seus sobrenomes originais judaicos para outros nas lín

guas faladas pela população comum da Ibéria. Na transliteração, o nome judaico era rescrito dentro de um sobrenome comum que contivesse as principais letras , no caso o radical da palavra, que é a parte invariável da palavra, sendo o mesmo constituído pelas consoantes. Tal preferência dos judeus na adoção dos novos nomes, se deu porque nas línguas semíticas

só se escrevem consoantes e deste modo, eles visavam no futuro, com o fim da Inquisição e das

perseguições, ser possível reconstituir seu sobrenome judaico original, foi assim que por exemplo Ben Num tornou se Nunes, Alevy (Alves), Gomel( Gomes), Ben Kadoch virou Cardoso, Ben Brakah virou Braga, Bar Natan virou Antunes, Cohen Cuna virou Cunha, Abuakrek virou Albuquerque, Abrahan-Haivrit(Abraão

o Hebreu) virou Abreu, etc. Cabendo ressaltar que com o sobrenome SÁ / SAA ocorrerão mesmo.

Dados estes :


) Dicionario Da Biblia , de Michael Corgan e Bruce M. Metzger


a Raízes Judaica do Brasil - Os Arquivos Secretos da

) Inquisição, de Flávio Mendes de Carvalho

) Dicionário Biográfico,Vol. II – Judeus no Brasil, de Egon Wolff e Frieda Wolff

) Vínculos de Fogo, de Alberto Dines

) Quantos Judeus Estiveram no Brasil Holandês , de Eg

om Wolff e Frieda Wolff

) Precious Stones Of the Jews of Curaçao, de Isaac S. Emmanuel

) Listas de Judeus Pobres Removidos de Amsterdam e que Receberam Auxílio Monetário para ir Viver em Outros Países (1557-1813), de Vibeke Sealtiel Olsen


) Handleiding bi de Index op de Ketuboth van der Portuguees- Israelietesche Gemeente te Amsterdam van 1600-1911

) Gli Ebrei di Saravejo e della Bosnia-Erzegovina, de Avram Pinto

AMSDJU CONTATO – CONTACT - TEL AVIV, ISRAEL - Thursdays and Fridays
Fairs

972(3) 72-19475 Ramal

154

Tel Aviv, Israel

domingo, 17 de abril de 2011

AMSDJU TEM A HONRA DE APRESENTAR - MENSAGEM DE PESSACH




AMSDJU TEM A HONRA DE APRESENTAR A :MENSAGEM DE PESSACH DA FEDERAÇÃO

No entardecer do próximo dia 18 de abril, começa Pessach, festa que celebra a liberdade e marca o nascimento do povo judeu como grupo.

Durante os 30 dias anteriores a Pessach, é costume nos prepararmos tanto física como espiritualmente para esta festividade. Fisicamente limpando nossas casas de Chametz (qualquer comida feita de grãos e água que foi deixada fermentar ou crescer) e espiritualmente revivendo os temas e as leis desta festividade.

Cada festividade do calendário judaico contém um tema específico com uma oportunidade única de crescimento pessoal. Pessach traz consigo, a mensagem universal de que a liberdade não pode ser privada do ser humano.

O resgate do Povo judeu da escravidão no Egito foi um processo dividido em duas partes. Primeiro foi o resgate físico, seguido pelo espiritual. Quando fomos escravos no Egito, não tínhamos a habilidade de tomar decisões relacionadas à direção física das nossas vidas. Contudo, sendo fisicamente livre, a escravidão mental pode permanecer ligada ao nosso passado, impedindo o alcance espiritual como pessoas livres.

Na Hagadá (texto utilizado para os serviços da noite de Pessach) dizemos: “Éramos escravos do Faraó no Egito e D-us de lá nos tirou com mão forte. Se o Todo Poderoso não tivesse salvo nossos antepassados no Egito, nós, os nossos filhos e os filhos de nossos filhos seguiríamos escravizados pelo Faraó”. Isto nos ensina, que se pelo contrario, a saída do Egito tivesse sido uma decisão faraônica, então continuaríamos escravizados espiritualmente pelo Faraó.

Após a segunda guerra mundial, muitos sobreviventes permaneceram escravizados ás suas experiências do Holocausto. Porém outros não. Aqueles que conseguiram se libertar ajudaram as pessoas que tinham problemas. Temos de ser responsáveis pelos nossos próprios valores e por outros. Devemos buscar o nosso lugar na vida.

Esta é também a mensagem de Pessach: Os fatos que nos estão impedindo de sermos livres são o verdadeiro CHAMETZ que devemos remover de nossas vidas, para que este Pessach seja um momento que mude a direção de nossas vidas para um caminho correto.

Chag Pessach Kasher veSameach!

Boris Ber
Presidente Federação Israelita do Estado de São Paulo

quarta-feira, 30 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Purim פורים - Moroccan Megillat Esther מגילת אסתר מרוקאי

'COPLAS DE PURIM | CANCION SEFARADI | SEPHARDIC SONG

Viva o Purim! 2011

14 de Adar II de 5771 Data: 20 / Março / 2011

Graças à intervenção de Mordechai e da Rainha Ester, os judeus da Pérsia escaparam da perversidade do Ministro Haman, que pretendia matar todos os judeus do Reino.
A origem da palavra 'Pur' aparenta ser persa. Como escrita na Meguilat Ester, significa 'sorteio'. Purim é o plural da palavra 'Pur', e portanto significa 'sorteios'. A festa se chama Purim devido aos sorteios promovidos por Haman.
Haman escolheu fazer sorteios para determinar o dia e mês mais propícios para atacar os Judeus. Os antigos persas acreditavam que os signos do zodíaco afetavam o destino do homem, e creditavam muita honra aos astrólogos e magos. Para muitos pesquisadores, o sorteio não resultou no mês de Adar por acaso, mas intencionalmente, já que uma importante festa persa da deusa Anahita era celebrado no meio deste mês, e o interesse de Haman era deixar o povo contra os Judeus justamente durante estes dias de alegria e entusiasmo.
Uma palavra recentemente introduzida na língua hebraica é 'purimon', uma pequena festa parecida com Purim. Com o tempo, 'Purim' se transformou num símbolo de salvação para os Judeus, e diversos 'Purims' foram estabelecidos para marcar dias em que os Judeus foram salvos em diversos lugares do mundo de situações de perigo. Esses 'Purims' especiais eram chamados segundo o local onde o milagre havia acontecido.

DADOS:

CÁPITULO 9 -- O FERIADO DE PURIM

1. No dia 13 de Adar, um dia que havia sido designado para a destruição do povo judeu, se transformou num dia de vitória dos judeus contra seus inimigos.

2. Os 10 filhos de Haman são enforcados.

3. O 14o e o 15o dias de Adar são designados para celebrar a salvação. Estes são os dias de Purim.

4. Mordechai inicia as práticas de Purim - consistindo de uma refeição festiva, a troca de presentes ou comida, e a doação de ajuda monetária aos carentes.

CÁPITULO 10 -- MORDECHAI E A PERSIA

1. A Pérsia, com Mordechai como primeiro ministro, floresce.

2. O papel de Mordechai na história persa é escrito nas crônicas do rei.

Adaptado de "One Hour Purim Primer," de Rabbi Shimon Apisdorf.

  • Fazendo Barulho na Menção do Nome de Haman


  • Há uma atmosfera especial na sinagoga durante a leitura da Meguilá. Muitos dos fiéis trazem sua própria Meguilá kasher, escrita em pergaminho, de acordo com a halachá - por temer que, caso contrário, eles possam perder uma palavra ou outra da leitura; eles podem assim suprir silenciosamente a palavra perdida em sua própria Meguilá, cumprindo a mitzvá [preceito] de ouvir aMeguilá em sua totalidade.

    Crianças com vários tipos de fantasias fazem todos os tipos de barulho - assobios, reco-recos e assim por diante, para abafar o nome de Haman sempre que o leitor o pronuncia. Escutam-se batidas de varas, chocalhos e barulhos explosivos. O tremendo tumulto acrescenta-se à alegria geral. O leitor espera até o término do barulho para continuar a Meguilá, que lê até o próximo "Haman".

    Outro costume era escrever o nome de Haman no sapato e pisar forte até o nome do opressor ser apagado.

    O costume de fazer barulho quando o nome de Haman é mencionado é muito antigo e difundido pela Diáspora judaica. Alguns rabinos rígidos proibiram o costume, pois perturba a leitura da Meguilá, mas a atmosfera de Purim festiva triunfou e o costume se tornou profundamente arraigado ao folclore de Purim.




    sábado, 5 de março de 2011

    Judeu Português, pensador, sefaradí, Bento de Espinoza (Baruch de Spinoza) - AMSDJU

    DIOGO PIRES ou SHLOMON PEREZ ou SALOMON MOLKHO
    Judeu Português Kabalista
    Citado nos livros:

    Secret conversions to Judaism in early modern Europe

    Por Martin Mulsow,e Richard Henry Popkin pag 6

    American Yiddish poetry: a bilingual anthology

    Por Benjamin Harshav,Barbara Harshav


    Bento de Espinoza (também Benedito Espinoza; em hebraico: ברוך שפינוזה, transl. Baruch de Spinoza) foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Nasceu nos Países Baixos em uma família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.

    Nasceu em Amsterdã no seio da família judaica, de portugue

    ses foragidos da perseguição pela Inquisição.

    Foi profundo estudioso da Bíblia, do Talmude e de obras de judeus como Maimónides, Ben Gherson, Ibn Reza, Hasdai Crescas, Ibn Gebirol, Moisés de Córdoba e outros.

    Morreu num domingo, 21 de fevereiro de 1677, aos quarenta e quatro anos, vitimado pela tuberculose. Morava então com a família Van den Spyck, em Haia. A família havia ido à igreja e o deixara com o amigo Dr. Meyer. Ao voltarem, encontraram-no morto.

    Traços físicos

    Conforme Colerus que o conheceu em Rhynsburg, Spinoza “era de mediana estatura, feições regulares, pele morena, cabelos pretos e crespos, sobrancelhas negras e bastas, denunciando claramente a descendência de judeus Sefaradim ou sefaraditas(Originalmente naturais da Espanha).




    terça-feira, 1 de março de 2011

    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

    quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

    Comunidad Sefaradi, Mexico - Live Hatikva around the world

    Mensagem do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, à presidente brasileira Dilma Rousseff


    Mensagem do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, à presidente brasileira Dilma Rousseff

    O premier israelense Binyamin Netanyahu enviou mensagem de condolências à presidente brasileira Dilma Rousseff lamentando as perdas humanas nas enchentes da região serrana do Rio de Janeiro. Ele enfatizou que Israel está à disposição para oferecer qualquer ti
    po de ajuda necessária.

    AMSJU - ALMA DA COMUNIDADE SEFARADI !

    sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

    Dilma Rousseff participa de evento - AMSDJU IMPRENSA


    “Só existe uma coisa pior do que Auschwitz...

    o mundo esquecer que este lugar existiu”

    Henry Appel, sobrevivente de Auschwitz


    Dilma Rousseff participa de evento

    do “Dia Internacional em
    Memória das Vítimas do Ho

    locausto”

    Jarbas Milititsky, presidente da Federação Israelita (FIRS);Claudio Lottenberg, presidente da Confederação
    Israelita do Brasil (Conib); e a presidente Dilma Rousseff

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    sefarad/מדינת ישראל/Medinat Yisrael/Dawlat Isrā'īl/دولة إسرا AMSDJU




    LOS HERMANOS SEFARAD ! IVERIA MIRA !
    ESPAÑA ! PORTUGAL! MAROC! BRAZIL!
    SANGUE SEFARAD!

    domingo, 16 de janeiro de 2011

    Tu BiShvat 2011-Ano Novo das Árvores! 20 de Janeiro




    Tu Bishvat é celebrado comendo-se várias espécies de frutas, algumas da nova e
    stação. Especificamente é costume comer dos frutos pelos quais a Terra de Israel é enaltecida. São mencionadas sete espécies (duas de grãos e cinco de frutas), conforme o versículo da Torá: "Uma terra de trigo e cevada, uva, figo e romã; uma terra de azeitona e mel (de tâmaras)."

    Nossos sábios dizem que o homem se parece com as árvores do camp
    o. Disse o Rabino Elazar Ben Azarya: "Qualquer pessoa cuja inteligência excede os seus bons atos... é como uma árvore cheia de galhos, mas com poucas raízes, que o vento arranca do chão e vira de cabeça para baixo... Mas aquelas cujos bons atos excedem sua inteligência... é como uma árvore com poucos galhos, mas com muitas raízes, mesmo que todos os ventos do mundo soprassem contra, ela não sairia do lugar... em ano de seca não devemos nos preocupar, nem parar de render frutos". (Avot 3:17)

    Uma árvore brota a partir de uma semente, cresce, atinge a maturidade, dá frutos e, de suas sementes, outras árvores crescem, frutificam-se, etc. Assim também é o c
    iclo da vida humana.

    O embrião se desenvolve, nasce, cresce e amadurece e, com o passar dos anos, o ser humano se reproduz. Os frutos do judeu são Torá e mitsvót. Assim como as árvores brotam a partir de uma semente, também deve-se assegurar que mais judeus cresçam espiritualmente, gerando seus próprios frutos. Um judeu não pode se contentar apenas com sua colheita espiritual e sim, aproximar outros de sua herança.

    Uma árvore é parte do reino vegetal. Plantas, ao contrário dos animais, morrem se forem desenraizadas do solo e sobrevivem apenas quando continuam recebendo nutrientes da
    fonte. Um judeu também subsiste e cresce espiritualmente, apenas quando ligado à sua fonte: Torá e judaísmo. Não é suficiente estudar Torá ou cumprir mitsvót uma s
    ó vez; é preciso receber constantemente alimento da fonte, e da vida.

    O Seder de Tu BiShvat, modelado de acordo com o Seder de Pessach, é um costume antigo que foi reincorporado nos tempos recentes. Baseado em interpretações cabalísticas, este Seder leva seus participantes por distintas dimensões físicas e metafísicas. Come-se frutas, bençãos são recitadas e contos sobre as árvores e a natureza são contados.

    Quatro taças de vinho são tomadas, uma mais vermelha que a outra, simbolizando as mudanças de padrão das flores em Israel ao longo do ano. Frutas da terra são comid
    as durante a refeição, cada uma simbolizando uma metáfora das quatro camadas metafísicas da existência, relacionando a natureza humana e a personalidade coleti
    va do Povo de Israel.

    Quando Estivermos Comendo as Frutas

    Algumas pessoas comem sete frutas (pelas sete espécies), outras quinze (por ser dia 15 de Shvat). Algumas comem as frutas como parte de uma refeição festiva, outros as comem separadamente. Há os que comem as sete espécies especificamente, e há os que comem frutas típicas de Israel. As frutas devem ser comidas frescas (para que possam ser abençoadas), mas podem também ser comidas assadas, secas ou açucaradas.

    Algumas dicas:

    - Mesmo que a benção sobre o pão tenha sido dita ao início da re
    feição, deve ser feita a benção especial para as frutas: "... boré pri ha'etz" (Abençoado sejas Tu, Senhor e Rei do Universo, que cria os frutos das árvores).

    - Se muitas frutas estão dispostas na mesa, a benção deve ser feita sobre a mais importante, sendo válida assim para todas as outras.

    - Se frutas da Terra de Israel estão entre os frutos (azeitonas, tâmaras, uvas, figos ou romãs), estas devem ser comidas antes, em ordem de prioridade. Alguns Judeus Sefar
    adim comem antes comidas feitas de duas espécies de grãos antes dos frutos da Terra.

    - Uma fruta nova deve ser comida, se possível, para que seja feita a benção "... shehecheianu, vekiemanu, vehiguianu lazman hazé." (Abençoado sejas Tu, Senhor, Rei do Unive
    rso, que nos manteve vivos, nos sustentou e nos trouxe até es
    te dia de hoje), após a benção d
    a fruta.

    SHALOM MA LEYHEN HERMANOS DEL SEFARADI!

    sábado, 8 de janeiro de 2011

    שי אלון דה לוקו קליפ

    terça-feira, 4 de janeiro de 2011

    AMSDJU

    segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

    Purim em SAMBA!

    Ein Lanu Melech (efeito)

    domingo, 2 de janeiro de 2011

    "Iveria" - A verdade Espanhola Judeus sefaraditas! AMSDJU


    No período do Primeiro Templo, os habitantes originais de Jerusalém foram sefardita.
    O rei da Babilônia, invadiu a Cidade Santa com seus exércitos para destruir o Templo Sagrado e capturar toda a Israel. Judeus sefarditas foram mortos. Muitos fu
    giram para o Irã, Iraque, Marrocos, Turquia, e
    até mesmo a gr
    ande maioria Salónica.Mas conseguiram ficar juntos chegando a uma península que se sentiram seguros.
    Eles descobriram que a terra era fértil e o clima perfeito pa
    ra eles. Eles chamavam a península "Sefarad". Infelizmente, muitos dos povos de Israel foram capturados, levados para a Babilônia, e estavam na escravidão por 70 anos.Apesar de todos de Israel forçados a servir o rei de Babilônia por 70 anos, os judeus sefarditas continuaram a servir a Deus li
    vremente de seus antepassados, Avraham, Yitzhak e Yaakov.
    Os judeus da Babilônia não tinham lugar para ir. Esdras veio e
    m seu socorro e amorosamente ajudou a voltar à Toráh e compro
    misso de servir ao D us de Israel novamente.
    Também sabiam que enquanto foram escravizados por 70 ano
    s, os judeus sefarditas viviam livres e total acordo original dado no Monte Sinai ... em Sefarad.
    A península se tornou "Iveria". Ivri significa "hebraico" Iveria significa "o lugar dos hebreus."
    Este "lugar dos hebreus" é mais conhecida como a
    Península Ibérica
    Muitos séculos mais tarde veio a ser conhecida como Espanha.
    A Rainha de Castela juntamente com Rei de Portugal implantaram a Inquisição, Judeus Sefaradi foram assassinados por um período de dez anos. Em 1492, Cristóvão Colombo ( JUDEU SEFARADI), disse a rainha que não conseguia encontrar alguém que queria entrar em sua jornada com os três navios que havia construído, porque eles
    acreditavam que o mundo era
    plano.
    A Rainha disse para levar muita gente , porque os presídios estavam cheios de "criminosos".Eles eram os "criminosos" do estado ... os judeus sefarditas! O rei emitiu um decreto para banir de uma vez por todas, todos os ju
    deus da Espanha.
    A expulsão dos judeus de
    Espanha deu
    a chance de Colombo encher seus navios até a borda com os judeus sefarditas. Ele veio, não na América do Norte, mas no Caribe e na América do Sul em primeiro lugar.

    quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

    Genealogia de Adão até Davi PART Final AMSDJU

    E Jessé gerou a Davi; e o rei Davi a Salomão, da que fora mulher de Urias;

    Aqui está a Quarta mulher . Observe, D us não a chama

    de Bathsheba. Porque “a mulher de Urias?” Deus havia dado indicações nas Escrituras para a mulher casada ou a virgem qu

    e fosse violentada. Se ela estivesse no campo, e ela gritasse por socorro e ninguém a ouvisse, ela seria considerada inocente. Entretanto, na cidade onde pudesse ser ouvida, se ela não gritasse, seria ela considerada uma adúltera e apedrejada juntamente com o homem que teve com ela um relacionamento adúltero. Não há qualquer registro nas Escrituras que Bathsheba tenha gritado; ela aparentemente concordou em ir voluntariamente e se deitou com o Rei Davi. Por isto D us a chamou de “a esposa de Urias o Hitita”. Ela era uma mulher adúltera aos olhos

    de D us, ainda que Davi mais tarde, depois de ter mandado matar seu marido, legalmente se casou com ela.

    Todas as mulheres alistadas tinham estigmas sociais que as marcavam socialmente, mas D us, ao publicar deliberadamente estes fatos, está dizendo: “Eu sei que elas e eles têm problemas, mas eu fiz provisão em favor de cada um deles, e eu quero que você saiba que eu fiz provisão para você também.”

    Por isto Davi deixou os seus parentes em Moabe, por caus

    a de seus laços de sangue com os moabitas, aos quais ele retornou com fortes laços na Caverna de Adulão.

    SALOMON MOLCHO - DIOGO PIRES

    Consolação às tribulações de Israel: Volume 1 Samuel Usque, Yosef Hayim Yerushalmi, José V. de Pina Martins

    “Pires fugiu para a Itália, onde ele voltou abertamente ao judaísmo e adotou o nome de Salomão Molcho. De lá ele foi para Tessalónica, alcançou a fama como um cabalista, e ganhou o apoio de um programa intensivo...”

    Anita Novinsky, Diane Kuperman

    “... se re-converteram ao judaísmo, como foi o caso célebre de Diogo Pires Salomão Malco, queimado por herege em 1532. ... Esse aspecto específico parece integrar a velha tradição do cabalismo hebraico, primeiro representado no Bahir, ...”

    communion in the Messiah por LEV GILLET



    terça-feira, 14 de dezembro de 2010

    AMSDJU - Solidariedade as Polacas de Inhaúma

    AMSDJU - ASSOCIAÇÃO MARRANA E SEFARADITA DOS DESCENDENTES JUDEUS
    TEM A HONRA DE APOIAR E DIVULGAR A CARTA DA GRA
    NDE LUTADORA ESCRITORA SRa. Beatriz Kushnir
    Caros amigos,

    O Decreto publicado no Diário Oficial do Município do RJ de 24/9/2007 é a garantia legal que o Cemitério Israelita de Inhaúma será preservado de forma intacta. Não se farão alterações arquitetônicas, nem promoverão novos enterros sem a autorização expressa do Patrimônio Cultural da Prefeitura do Rio. O Cemitério Israelita de Inhaúma será resguardado enquanto o espaço de sepultamento dos sócios e sócias da Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita – as famosas “polacas”.O cemitério está trancado e é preciso fazer um balé de negociações para garantir a entrada. Ninguém mais além de mim e de meus amigos foram até lá no último domingo entre o Rosh Hashaná e o Yom Kipur. Assustei-me com o estado de abandono do lugar, das lápides pintadas com cal e numeradas com colorjet preta, mesmo que existam informações em sua base. Cresce o número de sepulturas sem identificação, mesmo que eu venha constantemente dizendo onde está o documento que recoloca as identidades nos túmulos… O tombamento do cemitério não é inesperado. Aquele campo-santo está ausente de uma ação efetiva. Na década de 1980 o Dr. Siqueira (Z´L), então presidente da Sociedade Comunal Israelita, assumiu junto ao Departamento de Cemitérios da Prefeitura do Rio que o Comunal zelaria por Inhaúma, já que os sócios e sócias da Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita estavam idosos e quase todos falecidos. Nos últimos anos, contudo, o estado de abandono me fez várias vezes solicitar ao Departamento de Cemitérios a limpeza do local. Em fevereiro de 2007 fui impedida de entrar em Inhaúma. Constatei que o Cemitério estava trancado, algo que nunca ocorreu antes. Para tentar entender o que se passava, soube que a FIERJ apoiava uma iniciativa do Comunal de construir um muro separando as lápides existentes de um pequeno terreno ainda ocioso e que margeia a favela do Rato Molhado. Esse muro é para impor as normas judaicas de que prostitutas e suicidas são enterrados junto aos muros, demarcando sua exclusão.
    Por tudo que pesquisei sobre elas, não posso permitir que isso ocorra. Parias não! Torço que a FIERJ e o Comunal anunciem, como o fez a Chevra Kadish de São Paulo a quase 10 anos em Cubatão e no Butantã, a abertura, restauro e manutenção de Inhaúma.


    Coloco-me, como sempre o fiz, à disposição para ajudar a realizar tal tarefa.

    Um forte abraço

    Beatriz Kushnir

    quarta-feira, 10 de novembro de 2010

    Genealogia de Adão ate DAVI part 03 - GENEALOGIA JUDAICA

    A lei mosaica afirmava que se um homem morresse sem deixar herdeiros, seu irmão deveria casar-se com a viúva e lhe dar filhos que levariam o nome de seu irmão morto [e neste caso o direito como filho primogênito do morto]. Infelizmente para Tamar, o segundo filho de Judá era muito perverso e “ todas as vezes que possuía a mulher de seu irmão deixava o sêmen cair na terra, para não dar descendência a seu irmão.” [Gênesis 38.9].




    Em direto desafio à Lei de Deus, Onan queria para si o direito do primogênito, e não o direito do filho de seu irmão. Finalmente Judá prometeu Tamar ao seu filho mais novo assim que ele chegasse à idade da maturidade, mas Judá, através de seu casamento acabou sucumbindo às superstições da cultura cananita e pensando que Tamar estava debaixo de maldição, acabou não dando Tamar ao seu filho mais moço.




    Então Tamar decidiu resolver o problema do seu próprio jeito. Colocou um véu sobre o seu rosto e se colocou à beira da estrada, fazendo-se de prostituta cúltica, sabendo que por ali haveria de passar Judá. Judá envolvido naquelas práticas sexuais dos cultos pagãos, tomou aquela mulher, sem saber que era Tamar sua nora, pensando ser uma sacerdotisa, prostituta e a possuiu. Prometendo pagar-lhe por tê-la possuído com um cabrito do rebanho, deu em penhor o seu selo, o cordão e o cajado que segurava.




    Tendo sido possuída, ela se levantou, voltou para a sua casa e vestiu-se novamente com as vestes de sua viuvez. Acabaram descobrindo que ela estava grávida, e tendo sabido disto, Judá, encheu-se de sentimentos de justiça própria, mandou expulsar a sua nora de sua presença e que fosse morta queimada. Então ela respondeu: “o homem de que eu estou grávida é dono destes pertences... Reconhece de quem é este selo, e este cordão, e este cajado?”, tendo reconhecido Judá que teve uma relação incestuosa com sua nora, porque ele determinou ter filhos no nome de seu marido morto. Judá confessou publicamente que Tamar era mais justa do que ele, pelo fato de que ele havia quebrado a promessa de dar-lhe seu filho mais novo. Assim o primeiro filho de Tamar, Perez, dos filhos gêmeos que nasceram de Judá, tornou-se parte direta da linhagem de Jesus.

    DIOGO PIRES ( PEREZ - PERES - PIREZ) SALOMON MOLCHO

    História ilustrada do povo judeu
    Por RAYMOND P. SCHEINDLIN pag 196



    AMSDJU - SALOMON MOLCHO DE DESCENDENTES JUDEUS - SEFARAD

    quarta-feira, 6 de outubro de 2010

    Simchat Torá - 2010 SEFARAD - AMSDJU





    União e igualdade de direitos são temas-chave de Shemini Atsêret e Simchat Torá, datas nas quais nos alegramos com a Torá.

    Leis e Costumes: Hacafot

    O alegre clima de Simchat Torá são as hakafot, danças em círculos (lit. círculos), durante as quais dançamos e cantamos segurando os Rolos da Torá.1 Nas palavras de um mestre chassídico: “Em Simchat Torá os Rolos de Torá querem dançar, portanto nos tornamos seus pés.”As hacafot são memoráveis, certamente um dos pontos altos do Calendário Judaico. É um evento apropriado também para crianças; elas não devem ser deixadas em casa!


    E você vai querer ‘estacionar’ aqueles sapatos formais desconfortáveis ao participar desta festa; os calçados confortáveis (embora devam ser elegantes em honra à festa) são mais adequados para esta ocasião.
    Os mestres chassídicos explicam que as Torot são enroladas fechadas e envoltas nos mantos de veludo durante as hakafot.
    Não celebramos nos sentando e estudando as palavras sagradas da Torá. Isso porque a celebração abrange cada judeu, não importa seu nível de erudição ou capacidade para compreender e interpretar as palavras da Torá. A Torá é o legado de todo judeu – o bebê de um dia é tão conectado com a Torá como o venerado sábio – e todo judeu tem o mesmo direito de celebrar este dia tão alegre e especial.


    Leitura da Torá:


    Em Simchat Torá ("Júbilo da Torá") concluímos, e recomeçamos o ciclo anual de leitura da Torá. O evento é marcado com muita alegria, e "hacafot", feita na véspera e na manhã de Simchat Torá, na qual dançamos com os Rolos de Torá ao redor da bimá. Durante a leitura de hoje da Torá, todos, incluindo crianças abaixo da idade de bar-mitsvá, são chamados à Torá; assim a leitura é feita inúmeras vezes, para que todos recitem a bênção sobre a Torá neste dia.



    A COMUNIDADE SEFARAD AMSDJU DESEJA A TODOS UM FELIZ SIMCHAT TORAH!! MAZAL TOV ! La fiesta de los Konecidos sefarad del PADRE Abraan Avinu!



    DIOGO PIRES - PEREZ ( SALOMON MOLKHO)


    POEMA SEFARAD EM LINGUA INGLESA


    POETA DIOGO PIRES





    SINGS ON THE EVE OF HIS BURNING

    sexta-feira, 24 de setembro de 2010

    Diogo Pires - Slomon Molkho - Salomão Molcho e Sua Historia - AMSDJU


    ROUPA DIOGO PIRES ( - PIREZ - PERES - PEREZ - SLOMON MOLCHO - MOLCO - MOLKHO)


    Diogo Pires (Lisboa, 1500 – Mântua, 1532), secretário de D. João III, depois da visita a Lisboa do misterioso David Reubeni, vindo da Arábia, mudou de nome para Salomão (ou Solomon) Molco, circuncisou-se a si mesmo (quase encontrando a morte) e, fugindo de Portugal, assumiu a sua condição judaica. Na Arábia do século XVI havia judeus e, no entanto, Salomão Molco haveria de fugir de Portugal e morrer às mãos dos inquisidores italianos…Visionário, cabalista inspirado, assistido por um maggid (um guia celeste) segundo a lenda: um Maggid apareceu-lhe, encorajando-o e guiando-o desde então, numa altura em que ele, desanimado e cansado de perseguições, pediu um sinal aos céus. O maggid dá-lhe indicações para seguir para a Terra Santa.



    SEFER HA MEFOAR - DIOGO PIRES


    Passando pela Turquia oriental encontra o Rabi José (Joseph) Taytazak. Este último, tinha-se ali refugiado, fugido de Espanha, na cidade muçulmana de Salónica e aí cumpriu as funções de Rabi-Mor. Salónica era, depois de Safed, o maior centro de cultura judaica da época. Tal como se diz na Enciclopédia Judaica: “Uma nova era para a comunidade começou com a conquista de Salónica por Amurath (1 de Maio de 1430). Aos judeus foram garantidos direitos iguais aos dos outros habitantes não-Muçulmanos, e os seus rabinos foram colocados no mesmo patamar que os líderes espirituais da Igreja Grega. A feliz condição da comunidade judaica salónica nesta época é descrita por Isaac ?arfati numa carta dirigida aos judeus da Alemanha, a quem recomenda que emigrem para a Turquia.” (Ver Enciclopédia Judaica, entrada “Salónica”). Também em Salónica esteve o nosso Amatus Lusitanus, refugiado de Portugal e de Itália, onde foi médico do Papa Julius III.



    SHEMEN ZAIT - SALONIKA - DIOGO PIRES

    Voltando a Molco, na sua passagem por Adrianopole conhece José (Joseph) Caro. Segundo a tradição, tanto Taytazak como Caro foram favorecidos com um Maggid depois da visita de Molco.O nosso compatriota, Salomão Molco, passou ainda por Safed, onde, tal como nos outros locais por onde passou, deixou forte impressão. Misteriosamente, regressa a Roma, a “cidade iníqua”, onde é aclamado por prever com exactidão a cheia do Tibre (a 8 de Outubro de 1530). Ele e Reubeni conversam com o cruel Carlos V em Ratisbona. Ambos foram presos e levados para Itália. Molco foi condenado à morte, considerado renegado da fé católica, levado para Mântua.



    SEFER HA MEFOAR " DIOGO PIRES"


    Com as chamas lentas já a arder, ainda perguntaram se ele queria reintegrar a fé católica em troca da sua vida. Molco morreu judeu.A morte deste cabalista e misterioso português causou um choque tremendo em toda a comunidade judaica. Em Safed dizia-se que por lá aparecia Molco todos os fins de tarde de Sexta-feira, entoando a benção do Kiddush sobre um copo de vinho.Uma nota muito interessante para portugueses interessados nos seus: ainda em 1923, a comunidade judaica de Praga tinha em sua posse uma capa de seda preta e uma bandeira de seda preta que pertenceram ao nosso Salomão Molco. Na bandeira estavam bordados, em seda amarela, vinte e três versículos da Bíblia hebraica, dezanove dos quais retirados dos Salmos.Depois da morte de Molco, o maggid de Caro começou a aparecer com mais frequência.
    Bibliografia:para além de outras referências bibliográficas, é bastante interessante a peça de Edmond Fleg: Le Juif du Pape.


    Publicado em Joseph Caro, Judaísmo, Solomon Molco

    terça-feira, 14 de setembro de 2010

    Genealogia de Adão até Davi PART 02 AMSDJU

    TAMAR E JUDÁH


    Os 40 anos que Moisés viveu como líder da nação de Israel fora do Egito, viveu-os no deserto e nas cercanias da terra prometida. Neste período ele se casou com uma Cushita, gente da região da atual Etiópia. Assim, Moisés, o fundador da nação de Israel, nunca se casou com uma “Graciosa Jovem Judia”.
    Você já teve o prazer de ler a genealogia de Jesus nos primeiros capítulos de Mateus? Há algo fascinante sobre a mistura de sangue das mulheres na genealogia de Jesus. Cinco mulheres são mencionadas na genealogia de Jesus. As cinco, sem qualquer exceção, eram sangue Não judeu sob a perspectiva do judaismo.
    Mateus, capítulo 1, verso 1:
    Livro da genealogia de Jesus , filho de Davi (descendente de três mulheres na concepção judaica atual não sangue puro ), filho de Abraão (que era morador de Ur .
    Verso 3:


    Judá gerou de Tamar a Perez e Zerá...A primeira mulher mestiça da história é um pouco difícil de explicar. Seu nome era Tamar e era nora de Judá, um dos Patriarcas das doze tribos de Israel. Seu marido Er, foi o primeiro nascido de Judá de sua mulher cananita. Mas Er perdeo a vida . Assim, Judá deu a Tamar Onan, seu segundo filho, para que ela lhe desse netos, pois o primeiro filho era morto.....
    CONTINUAÇÃO....
    DIOGO PIRES ( SALOMON MOLCHO) COMENTADO EM OBRAS ILUSTRES
    “da religião que lhe fora imposta, fugiu para a Turquia, de onde, com o nome de Salomão Malco, veio a Roma, e graças à sua ciência da cabala, foi estimado pelo Papa Clemente VII, o que o animou ao projecto de converter Carlos V...”
    Revista de ciências históricas: Volumes 1-2
    1.
    “Inspirada pela Cabala andou a idéia da vinda do Messias, defendida por David Judeu, ou David Rubeni... Diogo Pires, que aderiu ao judaísmo e fugiu para a Turquia, onde mudou o nome para Salomão Malco. ...”